Após morte de Clodovil, mansão de R$ 1,6 milhão do apresentador continua abandonada

Após morte de Clodovil, mansão de R$ 1,6 milhão do apresentador continua abandonada

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Reprodução

Publicado em 30/07/2026 às 18:21 / Leia em 2 minutos

Mais de 15 anos após a morte de Clodovil Hernandes, a mansão que pertenceu ao estilista, apresentador e ex-deputado federal continua abandonada em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. O imóvel, que já foi um dos maiores símbolos do sucesso do comunicador, permanece cercado pela vegetação e envolvido em um impasse judicial que impede uma definição sobre seu futuro.

Construída entre as praias do Meio e do Léo, em uma área cercada pela Mata Atlântica, a propriedade foi idealizada como um refúgio para os momentos de descanso de Clodovil. Com cerca de 4,3 mil metros quadrados e aproximadamente 20 cômodos, a residência reúne suítes, piscina, sauna, lago, capela particular, hidromassagem e amplas áreas voltadas para o mar. O projeto também incluía uma passagem de acesso à Rodovia Rio-Santos e um paisagismo desenvolvido com participação do próprio apresentador.

Sem manutenção desde 2009, a mansão passou a apresentar sinais evidentes de deterioração. Telhados danificados, paredes desgastadas e jardins tomados pela vegetação transformaram o imóvel em um dos casos mais conhecidos de abandono no litoral paulista. Apesar do estado de conservação, a propriedade continua despertando interesse de visitantes e curiosos, que registram imagens do local e compartilham vídeos mostrando as condições atuais da residência.

Após a morte de Clodovil, a casa passou a integrar o espólio do apresentador e foi levada a leilão para ajudar na quitação de dívidas. Avaliada inicialmente em cerca de R$ 1,6 milhão, acabou sendo arrematada em 2018 por aproximadamente R$ 750 mil. A negociação, porém, deu origem a uma disputa judicial depois que a compradora alegou que o edital não informava de forma clara a existência de restrições ambientais sobre a área. Paralelamente, o Ministério Público questionou a permanência da construção por supostos impactos ambientais, o que impediu a conclusão definitiva da transferência e manteve o imóvel sem uma destinação definida.

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia