O recente reencontro entre o rei Charles III, o príncipe Harry e Meghan Markle teria ocorrido sob uma condição considerada incomum dentro da família real britânica. O monarca fez questão de que a rainha Camilla acompanhasse toda a conversa com o filho, a nora e os netos, Archie e Lilibet.
O encontro aconteceu em 10 de julho, na residência de campo de Charles, Highgrove House, em Gloucestershire, e marcou a primeira vez em quatro anos que Harry, Meghan e os filhos estiveram juntos com o rei. Segundo o biógrafo real Robert Jobson, a presença de Camilla teve um objetivo claro: “garantir que tudo fosse testemunhado”.
De acordo com Jobson, a cautela de Charles foi influenciada pelas revelações feitas por Harry e Meghan desde que deixaram a função real, na entrevista a Oprah Winfrey, no documentário “Harry & Meghan” da Netflix e no livro “Spare”, lançado pelo príncipe em 2023. A postura também repetiria um hábito da rainha Elizabeth II, que evitava ficar a sós com Harry e teria impedido o registro fotográfico de um encontro do casal com a bisneta Lilibet.
Apesar da cautela, o especialista afirmou que Charles quis receber a família para evitar futuros arrependimentos, especialmente após o diagnóstico de câncer tornado público pelo Palácio de Buckingham.