Irmã Dulce, o “Anjo Bom da Bahia”, completaria 112 anos nesta terça-feira

Irmã Dulce, o “Anjo Bom da Bahia”, completaria 112 anos nesta terça-feira

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 26/05/2026 às 10:44 / Leia em 2 minutos

Conhecida como o “Anjo Bom da Bahia”, Santa Dulce dos Pobres completaria 112 anos nesta terça-feira (26). A religiosa baiana, que morreu em 1992, se tornou uma das figuras mais importantes da história social e religiosa do Brasil por dedicar a vida ao cuidado de pessoas pobres, doentes e em situação de vulnerabilidade em Salvador.

Através das redes socais, o Santuário do Bonfim prestou uma homenagem a primeira santa brasileira. “Há 112 anos, a cidade de Salvador acolhia o nascimento daquela que, futuramente, viria a ser Santa, conhecida como o Anjo Bom do Brasil e uma das filhas mais amadas do Senhor do Bonfim”.

“Que grande dádiva é, para nós, do Complexo Santuário Senhor do Bonfim ter recebido Santa Dulce dos Pobres inúmeras vezes, ainda em vida. Que o seu exemplo de cuidado e carinho com o próximo nos inspire cada dia mais e que ela interceda por nós junto ao amado Senhor do Bonfim“, completou.

Nascida em 26 de maio de 1914, com o nome Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, Irmã Dulce iniciou ainda jovem trabalhos de assistência social ao lado de comunidades carentes da capital baiana. Ao longo das décadas, criou obras filantrópicas que deram origem às Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), atualmente uma das maiores instituições de saúde filantrópicas do país.

A trajetória da freira ficou marcada pelo atendimento humanitário prestado a moradores de rua, idosos, trabalhadores pobres e pessoas sem acesso à tratamento médico. Em Salvador, a imagem da religiosa ganhou reconhecimento nacional após relatos sobre dedicação extrema aos pacientes e iniciativas improvisadas para acolher doentes em locais sem estrutura adequada.

Em 2019, Irmã Dulce foi canonizada pelo Vaticano e se tornou a primeira santa nascida no Brasil. A cerimônia conduzida pelo papa Francisco consolidou o reconhecimento internacional da religiosa, que já era considerada símbolo de solidariedade e fé por milhões de brasileiros.

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