A atriz também refletiu sobre o papel da arte em sua vida. De acordo com ela, a atuação foi um caminho que facilitou sua inserção social e sua forma de expressão. Ao interpretar personagens, encontrou uma maneira mais acessível de compreender e comunicar emoções, em um ambiente onde a criatividade era não apenas aceita, mas valorizada.
Ela defendeu a construção de uma sociedade mais sensível às diferenças. Em sua visão, um ambiente que acolhe pessoas neurodivergentes, como aquelas no espectro autista, beneficia a todos. “Uma sociedade sensível […] vai ser a melhor sociedade para todos nós vivermos”, afirmou.
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Reconhecida pela versatilidade e por papéis marcantes como em O Clone, Letícia Sabatella tem uma trajetória sólida na TV, no teatro e no cinema. Após quatro anos longe das novelas da TV Globo, a atriz voltou à telinha neste ano em uma participação especial em Êta Mundo Melhor!. Na trama, ela interpretou Miriam, mãe de Estela, personagem de Larissa Manoela. A participação foi breve, mas marcou o retorno da artista à emissora após seu último trabalho em Nos Tempos do Imperador.