Juliette Freire defende participantes do BBB 26 e se emociona ao relembrar dificuldade: ‘Vários traumas’

Juliette Freire defende participantes do BBB 26 e se emociona ao relembrar dificuldade: ‘Vários traumas’

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução/Instagram

Publicado em 16/01/2026 às 15:30 / Leia em 2 minutos

Juliette Freire saiu em defesa dos participantes do BBB 26 nesta sexta-feira (16) e revelou que o programa acabou ativando traumas que estavam adormecidos desde a sua participação no reality. Segundo a cantora, os primeiros dias de confinamento são especialmente marcantes e podem provocar reações emocionais intensas e conflitantes.

“Eu estava agora no carro vendo os vídeos e veio esse pensamento. Eu já queria falar sobre isso com vocês. Não estou falando como especialista, estou falando como uma pessoa que viveu e que eu acho que vocês devem prestar atenção. Assistindo, eu vejo alguns comportamentos, alguns olhares e algumas coisas que as pessoas falam e que me lembra muito o que eu sentia e a forma como eu me comportava nos primeiros dias”, disse ela.

A artista contou que, ao acompanhar alguns trechos da atual edição, percebeu o quanto reviveu situações semelhantes em sua própria temporada. “Nos primeiros dias, eu fiquei tão louca e era tanto medo que eu fiquei falando várias coisas que, aqui fora, eu não falo normalmente – falando coisas da minha infância, da minha vida, de sentimentos que eu já tinha esquecido, de gatilhos que eu já tinha esquecido e que eu achava que tinha superado”, afirmou.

Visivelmente emocionada, Juliette confessou que assistir ao BBB 26 tem despertado lembranças dolorosas. “Quando eu assisto aqui fora, eu olho e falo: ‘Caramba’. É como se várias feridas, várias cicatrizes, vários traumas… Eu comecei a imitar comportamentos meus de criança, imitar coisas da minha mãe, do meu pai, dos meus irmãos. Eu não sei o que acontece psicologicamente, mas é como se você precisasse se reconhecer.

“É como se, pela primeira vez, você se visse de verdade, você se olhando no espelho. Imagina que você não sabe o que é um espelho e você se olha naquele espelho, e você se assusta porque você vê coisas que você nunca percebeu. Eu falava sem parar, era uma ânsia de falar, uma rejeição, vinha sentimentos de inferioridade, de pânico, de medo, de confusão mesmo”, completou.

 

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