Para quem não acompanha de perto o universo do futebol, a presença de Edílson Capetinha no “Big Brother Brasil 26” pode ter sido o primeiro contato com a trajetória do ex-jogador. Ainda assim, sua identidade como atleta fica evidente nas conversas frequentes sobre o esporte, especialmente nos diálogos com o ator e torcedor do Flamengo Babu Santana. Conhecer Neymar e Lionel Messi, no entanto, dispensa qualquer intimidade com o futebol. O que surpreende é a avaliação feita pelo próprio Edílson ao se colocar acima dos dois astros do futebol mundial.
A comparação ganhou repercussão a partir de uma provocação feita por Neto, ex-companheiro de clube, durante o programa “Os Donos da Bola”, da Band, em 2020. Na ocasião, o apresentador questionou diretamente quem teria jogado mais, Edílson ou Neymar. A resposta foi imediata. “Na fase boa? Eu!”, afirmou.
Para justificar a declaração, Edílson argumentou que conseguiu mudar de posição ao longo da carreira sem perder rendimento. Diante da insistência de Neto, ele ampliou a comparação e incluiu Lionel Messi, que à época ainda não havia conquistado a Copa do Mundo com a seleção argentina, título alcançado em 2022. “Lógico, (joguei) muito mais. Para ele jogar mais do que eu, tem que ser campeão do mundo. Eu tenho personalidade. O Messi, para jogar mais do que eu, tem que ser campeão mundial. Eu joguei mais que o Messi”, disse.
Ainda no mesmo programa, o ex-atacante também se comparou ao português Cristiano Ronaldo. “O Cristiano Ronaldo é só força, chuta de direita e de esquerda. Eu sou mais habilidoso que ele”, declarou.
Edílson Capetinha integrou a seleção brasileira campeã mundial em 2002 e também conquistou o Mundial de Clubes pelo Corinthians. Ao longo da carreira, venceu três edições do Campeonato Brasileiro, sendo duas pelo Corinthians e uma pelo Palmeiras. O ex-jogador ainda acumulou títulos em passagens por clubes como Flamengo, Cruzeiro, Vitória e Bahia.
No exterior, atuou pelo Benfica, em Portugal, e pelo Kashiwa Reysol, no Japão. Edílson encerrou oficialmente a carreira em 2016, quando defendeu o Taboão da Serra.