Patrícia Porta tem passado por uma verdadeira transformação na sua relação com o público desde que assumiu o comando do programa Encontro. Durante bate-papo com a Quem, ela revelou como tem enfrentado essa mudança e como lida com as críticas.
“Os haters existem, não é exclusividade de ninguém, é de todos nós. A gente tem que aprender a separar as coisas, a fazer nosso trabalho e a acreditar nele. Do outro lado, se tem esse lado negativo dos haters é saber e entender quem é o hater, o perfil de um hater, isso é muito importante. É algo muito mais profundo do que fazer um comentário e falar que vai deixar essa mal hoje (…) O hater, normalmente, é uma pessoa que tem as suas frustrações na vida, isso é muito puxado. Aquilo ali que ele fez tem muito mais a ver com a vida dele do que com você. Aprendi muito a separar as coisas, acredito muito nessa conversa, nesse olhar, nesse contato físico, no sorriso, no abraço, na troca de experiência”, conta.
Na ocasião, ela também falou sobre seu processo de amadurecimento dentro da profissão. “Quando você é muito jovem, você se cobra muito, às vezes se fecha um pouco mais, se protege um pouco mais. O amadurecimento faz parte desse processo. Você aprende que ao se abrir, mostrar uma fraqueza sua ou algo que aconteceu com você, que errou ou acertou, te torna mais humano, mais próximo do outro (…) Tem todo um processo, Inclusive, de saber rir de si mesmo, saber ser humano a ponto de chorar com o outro, de rir de você mesmo. Quando você mostra esse seu lado, acaba aproximando mais você das outras pessoas”, avalia.
Por fim, ela exaltou a troca positiva que tem tido especialmente com o público feminino. “Comecei no jornalismo, sempre gostei de contar a história das pessoas, ouvir, porque acho que todo mundo tem história para contar. Com o passar do tempo, a vida foi me ensinando que a troca de histórias e experiências é muito valiosa, porque a informação é a grande ferramenta que a gente tem para lutar contra os desafios do dia a dia e, para a mulherada, os desafios não são poucos”,