Fabiana Justus chora ao lembrar conversa que teve com as filhas ao descobrir leucemia

Fabiana Justus chora ao lembrar conversa que teve com as filhas ao descobrir leucemia

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 02/04/2025 às 12:27 / Leia em 3 minutos

A influenciadora Fabiana Justus, de 38 anos, se emocionou muito ao lembrar como foi a conversa que teve com as filhas gêmeas Chiara e Sienna, na época com 4 anos, após descobrir que estava com Leucemia Mielóide Aguda, no início de 2024.

“Eu tenho vontade de chorar já. Eu sabia que eu ia chorar aqui. Mas enfim… Aquele dia foi muito, muito triste porque as meninas chegaram e eu tive que contar para elas, entendeu?”, contou a filha de Roberto Justus, de 69, em entrevista à digital influencer Mica Rocha.

Fabiana chorou ainda mais ao recordar o que disse para as meninas.

“Contei que eu achava que ia ficar 30 dias. Acabei ficando 40 internada. E aí elas, tadinhas… Nessa idade você nem entende muito o quê que é tempo. E elas falaram para mim: ‘não’. Acho que foi a cena mais triste que você pode imaginar, porque as duas entraram em desespero, porque elas não entendiam por que que eu tinha que ficar no hospital. E eu falava: ‘os médicos falaram que a mamãe tem que ficar e tal’. A gente tentou explicar para elas de um jeito que elas fossem entender. A gente tentou deixar de uma forma lúdica”, afirmou a criadora de conteúdo digital, que na ocasião, devido ao tratamento, precisou desmamar o filho Luigi, na época com cinco meses.

No dia 23 de janeiro deste ano, a influenciadora refletiu sobre a doença um ano após o diagnóstico.

“Há exatamente um ano, minha vida mudou para sempre. Foi nesse dia que recebi o diagnóstico que parecia tirado de um roteiro de filme, mas era a minha realidade: Leucemia Mielóide Aguda. Depois de uma madrugada repleta de medo e incertezas, os médicos confirmaram o que eu jamais imaginaria ouvir. Em um dia, eu estava bem… no outro, tinha câncer. Meu primeiro pensamento foi nos meus três filhos, no meu marido [o empresário Bruno Levi D’Ancona], na minha família. Tentei compreender o que estava acontecendo, mas era difícil assimilar. Enquanto eu dizia que precisava tirar leite para alimentar meu filho Luigi, de apenas 5 meses, os médicos explicavam que eu começaria a quimioterapia no dia seguinte e que teria que interromper a amamentação. Tudo era rápido, brutal, sem tempo para processar”, contou.

“Na noite anterior, eu havia dito às minhas filhas que sairia apenas para verificar uma dor estranha, mas que no dia seguinte tomaria café da manhã com elas, como sempre. E, de repente, me vi presa em um hospital, impotente diante de algo que eu não podia controlar. Logo eu, que sempre gostei de ter tudo sob controle. Aprender a soltar esse controle foi uma das muitas lições que a vida me deu”, completou ela, que passou por um transplante de medula em março de 2024.

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