Justiça nega pedido do Vasco para enfrentar o Vitória pela Copa do Brasil no Maracanã

Justiça nega pedido do Vasco para enfrentar o Vitória pela Copa do Brasil no Maracanã

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Matheus Lima/Vasco

Publicado em 21/08/2026 às 20:11 / Leia em 2 minutos
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O Vasco não conseguiu na Justiça a autorização para disputar no Maracanã a partida contra o Vitória, marcada para quarta-feira (26), pelas quartas de final da Copa do Brasil. A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de tutela de urgência apresentado pelo clube, mantendo a posição da concessionária responsável pelo estádio. Com a decisão, São Januário surge como uma das opções para receber o confronto.

A decisão, no entanto, não encerra a disputa judicial sobre o direito de utilização do Maracanã. O julgamento tratou apenas do pedido de urgência feito pelo Vasco, que ainda poderá recorrer e manter a discussão sobre o uso do estádio.

O clube acionou a Justiça depois de ser informado pela concessionária de que o Maracanã não estaria disponível na data da partida. A diretoria vascaína argumenta que busca fazer valer o contrato negociado no ano passado com a dupla responsável pela administração do estádio e considera insuficientes as justificativas apresentadas por Flamengo e Fluminense para impedir a realização do jogo.

A concessionária informou que o período entre 23 e 29 de agosto foi reservado para trabalhos de recuperação do gramado. Segundo a defesa, o planejamento técnico previa intervenções sem interrupção durante toda a semana, o que impossibilitaria a realização da partida no dia 26. Flamengo e Fluminense, por meio da Fla-Flu Serviços S.A., também sustentam que a programação de manutenção foi definida antes do pedido feito pelo Vasco e afirmam que o acordo discutido no ano passado não tem validade por falta de assinatura.

Ao analisar o pedido, a Justiça considerou que não há risco de o jogo deixar de ser realizado, já que o Vasco pode utilizar São Januário ou outros estádios do Rio de Janeiro. A concessionária citou ainda um precedente do Tribunal de Justiça do Rio em outra disputa entre o clube e o Maracanã, no qual a existência de alternativas para receber a partida foi considerada suficiente para afastar o perigo de o confronto não acontecer.

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