O lateral-direito Jonathan Marinho, de apenas 16 anos, foi incluído entre os jovens talentos apontados como possíveis nomes da Seleção Brasileira no ciclo rumo à Copa do Mundo de 2030. O jogador do Bahia foi apresentado no quadro “Geração 2030”, exibido pelo Esporte Espetacular, da TV Globo, que reúne atletas considerados promessas para o futuro da equipe nacional.
Em 2026, Jonathan tornou-se o primeiro jogador formado nas categorias de base do Bahia, os chamados “Pivetes de Aço”, a ser convocado para a Seleção Brasileira na categoria sub-16. Poucos meses depois, o lateral foi titular da equipe que conquistou o Torneio de Montaigu, tradicional competição de base disputada na França.
O desempenho também garantiu ao atleta uma oportunidade internacional. O Bahia selecionou Jonathan para um período de intercâmbio no time sub-18 do Manchester City, na Inglaterra. A iniciativa já havia sido oferecida anteriormente a outras promessas do clube, como Roger Gabriel, Sidney e Ruan Pablo.
A valorização de jovens talentos voltou a ganhar força após a eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega na Copa do Mundo de 2026. Em meio às discussões sobre renovação da equipe nacional, as categorias de base passaram novamente a ser vistas como um caminho para a formação da próxima geração de jogadores.
A busca por novos laterais é uma das prioridades da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), especialmente diante da dificuldade de encontrar sucessores para nomes como Cafu, Roberto Carlos, Carlos Alberto Torres e Marcelo. Nesse contexto, a comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti tem intensificado a observação de atletas das seleções sub-20 e sub-17 durante amistosos realizados na Granja Comary. Entre os jogadores acompanhados também estão os atacantes do Bahia Ruan Pablo e Kauê Furquim, que já foram convocados para as categorias de base da Seleção.