Zeca Pagodinho abriu as portas de sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante uma visita de Angélica para o programa “Estrelas”, da Globo. Longe da rotina dos palcos, o sambista mostrou ambientes da residência, falou sobre a família e relembrou momentos importantes de sua trajetória musical.
A decoração da casa segue uma proposta predominantemente clara, com móveis em tons neutros e espaços pensados para receber familiares e amigos. Segundo Caras, na sala, um sofá branco divide espaço com quadros religiosos e objetos que ajudam a criar o ambiente acolhedor escolhido pelo artista.
A fé também ocupa um lugar de destaque na residência. Devoto de São Jorge e ligado a diferentes tradições religiosas desde a infância, Zeca mantém imagens e outros objetos relacionados à espiritualidade espalhados pela casa. A religiosidade, aliás, acompanha diferentes momentos de sua vida pessoal e de sua trajetória.
Na parte externa, a piscina aparece como um dos principais espaços de lazer. O imóvel também conta com jardim e uma área de descanso com mesas e cadeiras, criando um ambiente voltado para encontros e momentos de descontração.

Durante o passeio, Angélica conheceu Noah, neto de Zeca Pagodinho. A interação com a criança trouxe um momento descontraído à visita e reforçou a importância da família na vida do cantor. Filhos e netos estão entre os assuntos que o sambista costuma destacar quando fala sobre sua rotina longe dos compromissos profissionais.
A visita também serviu para revisitar a carreira de Zeca. O cantor apresentou discos e outras lembranças que marcaram diferentes períodos de sua história na música brasileira. Com décadas de estrada, ele se consolidou como um dos nomes de destaque do samba e do pagode.
Mesmo morando na Barra da Tijuca, Zeca Pagodinho revelou que sente saudade de Xerém, na Baixada Fluminense. A região tem um significado especial para o sambista, que precisou deixar a localidade em razão dos compromissos profissionais e da rotina familiar.

Em entrevistas, o cantor já descreveu Xerém como um lugar onde encontra liberdade e acolhimento. É ali que ele mantém seu sítio, conhecido também por receber encontros e rodas de samba, além de representar um espaço de convivência com amigos e pessoas próximas.
A ligação com Xerém permanece, portanto, como uma parte importante da vida do artista mesmo depois da mudança para a Barra da Tijuca.