Netinho fez críticas à comunidade LGBT e ao Carnaval de Salvador nos últimos anos: ‘Sodoma e Gomorra’

Netinho fez críticas à comunidade LGBT e ao Carnaval de Salvador nos últimos anos: ‘Sodoma e Gomorra’

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 14/10/2026 às 12:14

Apesar de ter construído uma carreira marcada por sucessos no axé music, o cantor Netinho, que morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, também protagonizou polêmicas nos últimos anos. Entre elas, declarações críticas à comunidade LGBTQIAP+ e ao Carnaval de Salvador.

Mais de dez anos após revelar publicamente que era bissexual, o artista passou a adotar um discurso conservador e a fazer críticas a setores progressistas. Em uma transmissão ao vivo com o então deputado federal Eduardo Bolsonaro, Netinho afirmou que havia decidido viver em celibato.

“Em 2016, por ter a cabeça modificada e entendido essa situação toda, decidi me abster de sexo, não faço mais”, afirmou.

Na mesma conversa, o cantor criticou integrantes da comunidade LGBTQIAP+ por se posicionarem contra o então presidente Jair Bolsonaro. “Se esse pessoal LGBT não vivesse de acordo com o fiofó, porque eles vivem assim, pensando no fiofó, estariam hoje comandando o Brasil junto com o Jair (Bolsonaro), apoiando o Jair, ia ser maravilhoso”, disse o cantor.

Netinho também fez críticas ao perfil do Carnaval de Salvador e à maior visibilidade da diversidade sexual durante a festa. Na ocasião, comparou a folia a “Sodoma e Gomorra”.

“O carnaval de Salvador é Sodoma e Gomorra. As famílias que tem filhos adolescentes não querem mais levar para a Bahia, porque vai ver homem se beijando com homem, abaixando o short na rua”, disparou.

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