Irmã de João Rebello desabafa após absolvição de acusado de matar ex-ator mirim na Bahia

Irmã de João Rebello desabafa após absolvição de acusado de matar ex-ator mirim na Bahia

Redação Alô Alô Bahia

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Heider Sacramento

Reprodução/Instagram

Publicado em 14/10/2026 às 10:18

A atriz, diretora e roteirista Maria Carol Rebello se manifestou nas redes sociais após a absolvição do acusado de matar seu irmão, o ex-ator mirim João Rebello, assassinado a tiros em outubro de 2024, em Trancoso, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia.

Em uma publicação, Maria Carol agradeceu as mensagens de apoio recebidas pela família e falou sobre o desgaste emocional provocado pelo caso. “Estamos cansadas emocionalmente e a saudade é infinita. Nada vai trazer meu irmão de volta!”, escreveu.

A irmã do artista também afirmou que os familiares sempre buscaram esclarecer as circunstâncias do crime. Segundo ela, desde o início, a família acreditava que João havia sido confundido com outra pessoa. “Tudo que a gente sempre quis foi entender o que aconteceu e o que levou a esse engano horroroso. A índole do meu irmão nunca foi questionada, desde o início sempre ficou claro que ele foi assassinado por engano”, declarou.

Irmã de João Rebello desabafa após absolvição de acusado de matar ex-ator mirim: 'Saudade é infinita' — Foto: Reprodução/Instagram

Maria Carol ainda questionou quem teria ordenado e executado o assassinato. Ao comentar a decisão judicial, reconheceu que a ausência de provas concretas pesou no desfecho do julgamento. “Mas fica o questionamento do que aconteceu, quem mandou fazer e quem fez essa atrocidade. Era essa a resposta que a gente queria… Não existem provas concretas, e a Justiça decidiu assim!”, afirmou.

Relembre o caso

João Rebello foi morto em 24 de outubro de 2024, enquanto estava dentro de um carro em Trancoso. De acordo com as investigações, ele teria sido confundido com outra pessoa.

O acusado foi absolvido pelo Tribunal do Júri em Porto Seguro na terça-feira (13). Segundo informações divulgadas pelo g1, o Ministério Público da Bahia e a defesa pediram a absolvição por falta de provas de participação no crime, enquanto o assistente de acusação defendeu a condenação. A decisão ainda pode ser contestada.

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