Justiça condena Gusttavo Lima a indenizar fã expulsa de show após confusão com água

Justiça condena Gusttavo Lima a indenizar fã expulsa de show após confusão com água

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Heider Sacramento

Divulgação

Publicado em 07/10/2026 às 08:22

O Tribunal de Justiça do Piauí condenou Gusttavo Lima a pagar R$ 5 mil por danos morais a uma mulher retirada de um show do cantor em Fortaleza, durante o réveillon de 2022 para 2023. A decisão analisou uma situação ocorrida durante a apresentação realizada no Marina Park Hotel, quando a fã foi retirada do evento após o artista afirmar que ela havia jogado água em sua direção.

A mulher entrou na Justiça pedindo R$ 500 mil de indenização por danos morais, mas o tribunal considerou apenas parcialmente procedentes os pedidos. O valor estabelecido corresponde a 1% do montante solicitado. A decisão também negou o pedido de ressarcimento por danos materiais relacionados ao episódio.

A confusão aconteceu durante o show, quando Gusttavo afirmou que a mulher teria jogado água em sua direção três vezes. O cantor pediu que ela fosse retirada do local e chegou a oferecer o reembolso do ingresso caso ela quisesse deixar o evento.

Na ação judicial, a fã questionou a forma como foi retirada da apresentação e buscou reparação pelos transtornos causados pelo episódio.

A defesa de Gusttavo Lima apresentou outra versão sobre o caso. Os advogados argumentaram que a retirada teria sido necessária para preservar a segurança do cantor, alegando que garrafas haviam sido arremessadas em direção ao palco mais de uma vez. A equipe também sustentou que a própria autora teria contribuído para a situação e afirmou não ter havido qualquer “conduta ilegal” por parte do artista.

Mesmo diante dos argumentos da defesa, a Justiça reconheceu o direito à indenização por danos morais, mas fixou o valor em R$ 5 mil, bem abaixo dos R$ 500 mil solicitados inicialmente. O pedido referente aos danos materiais, por outro lado, não foi acolhido.

O caso aconteceu há quase quatro anos e voltou a repercutir agora com a decisão judicial.

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