Meghan Markle homenageia Gloria Steinem após morte da ativista: “Minha amiga e mentora”

Meghan Markle homenageia Gloria Steinem após morte da ativista: “Minha amiga e mentora”

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Beatriz Castellucio

Reprodução/Instagram

Publicado em 03/09/2026 às 19:03

Meghan Markle publicou uma homenagem a Gloria Steinem, jornalista e ativista considerada um dos principais nomes do feminismo nos Estados Unidos. A duquesa de Sussex falou sobre a relação que mantinha com a ativista, que morreu aos 92 anos na quarta-feira (2), em Nova York.

Na publicação, Meghan destacou a influência de Gloria em sua vida e relembrou momentos que as duas compartilharam tanto publicamente quanto na intimidade.

“Celebro a vida e o legado da minha amiga e mentora, Gloria Steinem, e sinto gratidão por saber que, nestas últimas semanas e dias, ela teve a certeza de quão amada e admirada era. Todos vocês conhecem as muitas homenagens que ela recebeu e a maneira como ajudou a moldar o mundo para as mulheres e para todas as pessoas — “estamos conectadas, não hierarquizadas”, ela costumava me dizer, e a pulseira que ela me deu trazia exatamente essa mensagem. Eu ainda a uso com orgulho”.

Meghan também relembrou a parceria que mantinha com Gloria Steinem em iniciativas públicas e destacou a proximidade entre as duas na vida pessoal. Segundo ela, a ativista era presente nos momentos em família, apoiava suas amizades, tinha carinho pelos filhos e costumava oferecer conselhos e perspectivas nos momentos difíceis. Ainda na publicação, a atriz também relembrou uma conversa que teve com a ativista.

“No entanto, a minha história favorita sobre a GLO aconteceu quando ela estava em Nova York e uma mulher se aproximou, visivelmente admirada, dizendo que queria apresentar sua filha pequena a ela (embora estivesse sem jeito, pois a menina talvez não soubesse quem ela era). Gloria respondeu: “Não importa se ela sabe quem eu sou. O que importa é que ela saiba quem ELA é”, contou.

Reprodução/Instagram

Gloria Steinem morreu aos 92 anos em sua residência, em Nova York. A informação foi confirmada na quinta-feira (3) pela fundação que leva seu nome, que informou que ela morreu pacificamente, cercada por pessoas próximas. A causa da morte não foi divulgada.

Com mais de cinco décadas de atuação, Steinem se tornou uma das principais referências na luta pelos direitos das mulheres nos Estados Unidos. Sua trajetória esteve ligada a pautas como direitos reprodutivos, igualdade de gênero e maior participação feminina na política.

A ativista ganhou projeção no fim dos anos 1960, durante a chamada segunda onda do feminismo norte-americano. Antes de se consolidar no movimento, ela enfrentou dificuldades para publicar reportagens sobre questões relacionadas às mulheres, após receber sucessivas recusas de editores.

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