A resistência contra Jendal (Lázaro Ramos) chegará ao limite em “A Nobreza do Amor”. Dumi (Licínio Januário) liderará uma ofensiva contra o rei de Batanga e conseguirá feri-lo com uma lança. O ataque, porém, terá um desfecho dramático para o líder rebelde, que será capturado e posteriormente condenado à morte.
A ação ocorrerá enquanto Jendal avança nas negociações com os franceses para permitir a exploração das minas de Batanga. Kênia (Nikolly Fernandes), filha do governante, decidirá agir contra o próprio pai e contará a Campbell (Michel Blois) detalhes do acordo conduzido por Jendal e Binta (Lesliana Pereira). O inglês ficará enfurecido ao descobrir a movimentação do ditador, especialmente porque foi justamente uma negociação com os britânicos que ajudou o vilão a chegar ao poder no início da trama.
Dentro do palácio, Chinua (Hilton Cobra) continuará repassando informações para Dumi e os demais integrantes da resistência. A revolta será deflagrada no capítulo previsto para o dia 11, quando os rebeldes, liderados pelo ex-chefe da guarda, partirão contra Jendal no momento em que ele fechar o acordo com os franceses. Durante a ofensiva, Dumi conseguirá atingir o monarca com uma lança.
Jendal será levado rapidamente ao palácio após o ataque. Oruka (Vado) informará que o estado de saúde do rei exigirá cuidados e explicará que os rebeldes se opõem à entrega das minas de Batanga aos interesses estrangeiros. Mesmo ferido, Jendal reagirá contra os responsáveis pela tentativa de assassinato.
Dumi ainda enfrentará Pascoal (Luciano Quirino) durante a fuga, mas acabará dominado e preso. Jendal determinará a prisão do rebelde e, pouco depois, decretará sua sentença de morte. Chinua ficará encarregado de comunicar a decisão a Akin (André Luiz Miranda) e Ladisa (Rita Batista).
A condenação colocará a resistência diante do risco de perder um de seus principais líderes. Kênia também será profundamente afetada pelo destino de Dumi, seu grande amor.
“A Nobreza do Amor” tem Duda Santos como a princesa africana Alika e Ronald Sotto no papel do trabalhador brasileiro Tonho. A direção artística é de Gustavo Fernandez.