Mortes de Laura Cardoso e Glória Menezes reacendem mistério sobre a má fama de agosto

Mortes de Laura Cardoso e Glória Menezes reacendem mistério sobre a má fama de agosto

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Heider Sacramento

Reprodução/Instagram

Publicado em 19/08/2026 às 09:28

Agosto voltou a alimentar uma das superstições mais conhecidas no Brasil. As mortes de Laura Cardoso e Glória Menezes em um intervalo inferior a 24 horas fizeram muita gente lembrar da fama do mês como período associado a perdas e acontecimentos negativos. Mas de onde surgiu essa história?

A chamada fama de “mês do desgosto” não nasceu de um único episódio. A associação de agosto a acontecimentos ruins reúne diferentes crenças populares, tradições religiosas e fatos históricos que, ao longo do tempo, ajudaram a criar a imagem de um período azarado.

No mundo dos famosos, a lista de nomes que morreram em agosto também chama atenção. Silvio Santos, Jô Soares, Tarcísio Meira, Aracy Balabanian, Claudia Jimenez e Léa Garcia estão entre artistas brasileiros que morreram no mês. Outros nomes conhecidos, como Elke Maravilha, Chica Xavier, Luiz Melodia e Paulo José, também partiram em agosto.

A sequência de casos, porém, não significa que agosto seja estatisticamente mais perigoso para artistas. A associação é reforçada principalmente pela memória de acontecimentos marcantes. Quanto mais nomes conhecidos são lembrados, mais a fama do mês se fortalece.

De onde vem o ‘mês do desgosto’?

Uma das explicações para a má fama de agosto está em antigas tradições europeias. Em Portugal, por exemplo, o período ficou associado a uma época em que muitos homens partiam para viagens e expedições marítimas, o que ajudou a alimentar crenças sobre azar e perdas.

No Brasil, a expressão ganhou força ao longo das gerações e passou a ser relacionada a decisões importantes, mortes e acontecimentos considerados negativos.

Também existem interpretações religiosas e espiritualistas para a fama do mês. Essas explicações fazem parte do campo das crenças e não possuem comprovação científica.

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