Mais de duas décadas após conquistar o público como protagonista de Floribella, Juliana Silveira afirma que jamais cogitou deixar a personagem para trás. A atriz, que recentemente percorreu o país com o espetáculo Juliana Silveira Canta Floribella, contou que chegou a receber orientações para mudar completamente sua imagem depois do sucesso da novela infantojuvenil, mas preferiu seguir um caminho diferente.
Em entrevista ao site Heloisa Tolipan, Juliana revelou que pessoas próximas, incluindo empresários, defendiam que ela rompesse com a figura que a tornou conhecida nacionalmente. “Nunca senti necessidade de apagar a Floribella. Muitas pessoas ao meu redor, inclusive empresários, diziam isso para mim. Falavam que eu precisava seguir esse caminho, esquecer a personagem ou fazer uma coisa mais mulher, mais sexy. E eu sempre fui muito contra. Vou muito devagar e não tenho necessidade nenhuma de provar nada para ninguém. Eu tenho o amor do público, e isso importa muito mais para mim do que a opinião de duas ou três pessoas”, afirmou.
Na televisão desde o início dos anos 1990, quando estreou como assistente de palco de Angélica, Juliana construiu uma trajetória com diferentes personagens, mas reconhece que foi Floribella, exibida pela primeira vez em 2005, que marcou sua carreira. Segundo a atriz, ela não imaginava que a personagem voltaria a mobilizar tantos fãs tantos anos depois, a ponto de lotar teatros durante a turnê inspirada na novela.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2026/4/b/ur40PTQwuNSTtfae3VkA/39648585-01052002-divulgacao-ext-sx-exclusiva-juliana-silveira-no-tempo-em-que-participa.jpg)
Juliana Silveira no tempo em era uma das Angelicats do programa da Angélica
De volta à TV na série Amor em Ruínas, Juliana disse que a repercussão do reencontro com o universo de Floribella superou suas expectativas. “Quando você faz um personagem lá atrás, não imagina que isso vai acontecer. Eu sabia do sucesso que foi e existia muito aquela preocupação de fazer a transição, de seguir em frente, guardar aquilo numa caixinha e continuar a carreira. Eu nunca imaginei que, 20 anos depois, pudesse contar a minha história, fazer um tributo a essa personagem e ser tão bem recebida novamente pelo público, conseguindo lotar os teatros como aconteceu”, declarou.