Conheça a brasileira que gerencia a carreira de Haaland, algoz do Brasil na Copa do Mundo

Conheça a brasileira que gerencia a carreira de Haaland, algoz do Brasil na Copa do Mundo

Redação Alô Alô Bahia

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Redação Alô Alô Bahia

Divulgação/Manchester City

Publicado em 05/07/2026 às 20:19 / Leia em 2 minutos

Depois de marcar os dois gols da vitória da Noruega sobre o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, Erling Haaland voltou a ser um dos nomes mais comentados do futebol mundial. Fora de campo, porém, a carreira do atacante do Manchester City é conduzida por uma brasileira: a advogada paulista Rafaela Pimenta, considerada a primeira mulher a gerenciar algumas das maiores estrelas do futebol internacional.

Aos 53 anos, Rafaela vive em Mônaco e comanda a agência Tatica, responsável por administrar a carreira de atletas de elite. Ela assumiu os negócios após a morte do empresário italiano Mino Raiola, de quem foi sócia por mais de duas décadas e herdou uma das carteiras de clientes mais valiosas do futebol mundial.

Formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Rafaela conheceu Raiola em 2000, quando ainda lecionava Direito Internacional. A parceria nasceu de um debate profissional e evoluiu para uma sociedade que mudaria sua trajetória. Em 2022, ela liderou a transferência de Haaland do Borussia Dortmund para o Manchester City, em uma negociação estimada em cerca de 60 milhões de euros, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Transferência do Ano no Globe Soccer Awards.

“Eu sempre digo: você é tão bom quanto sua última janela de transferências. Se errarmos, se fazemos um trabalho ruim, acabou”, afirmou Rafaela em entrevista à BBC.

Além de Haaland, a brasileira também representa jogadores como Paul Pogba e o mexicano Gilberto Mora. Neste ano, foi a única representante do futebol incluída na lista “50 Over 50”, da revista Forbes, que reúne mulheres acima de 50 anos com atuação de destaque em diferentes áreas.

A ascensão de Rafaela em um mercado historicamente dominado por homens não foi livre de obstáculos. Ela já relatou ter enfrentado preconceito ao assumir o comando da agência após a morte de Raiola, mas consolidou sua posição e hoje administra a carreira de mais de 50 atletas, sendo uma das agentes mais influentes do futebol mundial.

 

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