Sequência de cinebiografia “Michael” já teve até 30% das cenas filmadas, segundo produtora

Sequência de cinebiografia “Michael” já teve até 30% das cenas filmadas, segundo produtora

Redação Alô Alô Bahia

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José Mion/Alô Alô Bahia

Glen Wilson/Lionsgate

Publicado em 26/05/2026 às 09:42 / Leia em 2 minutos

A sequência de “Michael”, cinebiografia de Michael Jackson, já começou a ganhar forma. Segundo Adam Fogelson, diretor da Lionsgate, entre 25% e 30% das cenas do novo longa já foram filmadas. A informação foi revelada durante uma teleconferência com executivos do estúdio.

O primeiro filme, dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, já levou mais de 5 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil e acompanha a trajetória de Michael Jackson desde o início da carreira até o auge da turnê “Bad”, em 1987.

Ao comentar a continuação, Fogelson indicou que a produção deve explorar fases ainda inéditas da carreira do artista. “Eu diria que ainda há uma infinidade de histórias divertidas de Michael Jackson, e muitas das partes maiores e mais populares de seu catálogo musical ainda não foram tocadas no primeiro filme. Temos um material que vai ressoar, mais uma vez, entre o público”, disse.

O executivo também afirmou que parte das cenas gravadas originalmente para o primeiro longa, antes da reformulação do roteiro, poderá ser reaproveitada na sequência. Segundo ele, a narrativa não precisa seguir uma ordem cronológica, o que abre espaço para o uso de flashbacks.

O primeiro filme deixou de fora momentos importantes da trajetória do Rei do Pop, como o período do álbum “Dangerous”, lançado em 1991, além das acusações de abuso infantil que marcaram a vida do cantor. Cenas relacionadas às denúncias chegaram a ser previstas inicialmente, mas acabaram removidas após questões envolvendo um acordo judicial firmado em 1993.

A produção recebeu críticas divididas da imprensa internacional, especialmente por omitir aspectos controversos da vida de Michael Jackson, enquanto apostava em uma abordagem mais voltada à ascensão artística e ao legado musical do cantor.

Leia também: “Michael”: entre o espetáculo e o silêncio, cinebiografia chega aos cinemas do Brasil

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