Um ano após bariátrica, Thais Carla revela que perdeu 100kg: ‘Meu valor nunca esteve no tamanho do meu corpo’

Um ano após bariátrica, Thais Carla revela que perdeu 100kg: ‘Meu valor nunca esteve no tamanho do meu corpo’

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução/Instagram/Anderson Macedo

Publicado em 28/04/2026 às 13:39 / Leia em 4 minutos

Um ano após se submeter à cirurgia bariátrica, a influenciadora Thais Carla celebra mudanças significativas na saúde e no estilo de vida. O procedimento foi realizado em 28 de abril de 2025 e, desde então, ela afirma ter eliminado 100 quilos, alcançando atualmente 99 kg.

Além da perda de peso, Thais adotou novos hábitos, incluindo acompanhamento médico регуляр, prática de atividades físicas e uma alimentação mais equilibrada. Em entrevista ao gshow, destacou que a transformação vai além da aparência. “Passei a olhar mais para minha saúde, o meu bem-estar. Não virei outra pessoa por causa do meu corpo. Continuo sendo uma mulher gorda na luta contra a gordofobia estrutural. O problema nunca foi o meu corpo, e sim a forma como a sociedade trata corpos fora do padrão. Agora, vivo um novo momento com escolhas pessoais e necessárias para mim”, afirmou.

A influenciadora também ressaltou a relação com o próprio corpo ao longo do tempo. “Nunca odiei o meu corpo. Aprendi o respeitar em todas as fases. Hoje, sou uma Thaís mais consciente das minhas necessidades, mais cuidadosa com a minha saúde e mais firme nas minhas convicções. Meu valor nunca esteve no tamanho do meu corpo”, declarou.

Com as mudanças físicas, Thais considera a possibilidade de realizar uma cirurgia reparadora, mas afirma que a decisão será tomada com cautela e orientação profissional. “Ainda estou avaliando com minha equipe médica, sem pressa… É um processo que exige muito cuidado. Se fizer, vai ser por decisão pessoal e orientação médica, não por pressão estética”, disse.

A influenciadora também comemorou o fato de ter atingido um peso com dois dígitos e explicou que a motivação para a mudança partiu de fatores pessoais. “Saúde, disposição, questões pessoais e familiares. Não foi opinião dos outros. Foi um processo interno, de entender o que precisava naquele momento da minha vida. Cada corpo é um corpo, cada história é uma história”, afirmou.

Segundo ela, o processo não está ligado a padrões estéticos impostos. “A sociedade faz a gente acreditar que só existe cuidado quando a gente emagrece, e isso não é verdade. Sempre me amei, mas em alguns momentos, precisei me priorizar de outras formas. E foi isso que fiz agora”, completou.

Na rotina atual, Thais também passou a cozinhar com mais frequência, priorizando receitas simples e equilibradas. “Tenho me aventurado mais na cozinha. Gosto de fazer comidas simples, gostosas e equilibradas, como suflê de legumes e crepioca de frango. Nada muito mirabolante, mas com muito carinho”, contou. Ela destacou ainda o acompanhamento profissional na alimentação. “A minha alimentação é equilibrada e acompanhada por profissionais. Aprendi a respeitar o meu corpo também na forma de me alimentar, sem radicalismos e sem culpa. Não gosto de trabalhar com a proibição. Não é sobre sentir falta, é sobre saber dosar”, explicou.

Casada há 11 anos com o empresário Israel Reis, Thais afirmou que a perda de peso não teve impacto significativo na vida íntima do casal. “Isso é muito individual. O mais importante é se sentir bem, respeitada e segura dentro da relação. Sobre o segredo do nosso casamento, é mais o diálogo, parceria, respeito e construção diária. Relacionamento não é sobre aparência, é sobre conexão”, disse.

Mãe de Maria Carla, de 9 anos, e Eva Rocha, de 6, a influenciadora afirmou que a maternidade trouxe mudanças importantes em sua vida. “A maternidade mudou tudo em mim e me tornou mais forte, mais consciente e mais responsável. Sobre ter mais filhos, é algo que ainda converso com minha família”, declarou.

Por fim, Thais comentou como lida com críticas nas redes sociais e a proteção das filhas. “Blindo com diálogo, amor e consciência. Ensino às minhas filhas sobre respeito, autoestima e a entender que o problema nunca está nelas, mas em quem as ataca. E, quando necessário, a gente também toma medidas legais porque ataque não é opinião, é violência”, concluiu.

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