Bella Campos expõe bastidores de briga com Cauã Reymond e detona Globo

Bella Campos expõe bastidores de briga com Cauã Reymond e detona Globo

Redação Alô Alô Bahia

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Redação Alô Alô Bahia

Reprodução/Instagram

Publicado em 28/04/2026 às 11:16 / Leia em 3 minutos

Bella Campos revelou que não se sentiu acolhida internamente na TV Globo durante o conflito com Cauã Reymond nos bastidores de Vale Tudo. Em entrevista ao jornal O Globo, a atriz afirmou ter enfrentado episódios de misoginia e criticou a condução do caso dentro da emissora.

Segundo a atriz, Cauã proporcionava situações desrespeitosas e machistas nos bastidores da novela, o que tornava o ambiente de trabalho tenso.

Meu maior desafio dentro desse projeto foi ter que conviver com uma misoginia interna. Acho que isso era o que no começo me deixava travada, essa sensação de abafamento. As pessoas veem o resultado na tela, mas não fazem ideia das coisas que acontecem nos bastidores e o quanto isso pode afetar o resultado. Eu me senti oprimida no começo”, disse.

Bella também disse que optou por não minimizar o desconforto vivido, mesmo com a repercussão pública do caso, e citou Taís Araújo como uma importante rede de apoio no período.

“Depois que muita merda foi ventilada, que todo mundo já sabia o que estava acontecendo, eu falei: ‘É isso, tá acontecendo um monte de confusão mesmo. Não vou ficar dando entrevista falando que tá tudo bem, porque não estava’. Não pode ser risível um homem levantar o braço no meio de uma gravação e perguntar: ‘Cheira aqui o meu sovaco e vê se eu estou fedendo’. Isso não pode ser tratado como algo cômico, porque não é. Um homem dizer: ‘Ah, mas você tem cara de que gosta do cheiro de homem’. Isso pra mim não é nada engraçado, mas eram por essas coisas que eu estava passando antes de tudo vir à tona”.

Segundo Bella, apesar de toda comoção na mídia, ela fico decepcionada como o caso foi conduzido internamente. Ela disse que chegou a pedir reuniões para discutir o assunto, mas não recebeu retorno esperado.

Querem que a gente tenha medo de uma porta fechada, de um espaço negado, mas minha porta não tá fechada nem um pouco. Fiquei um pouco chateada com a maneira como as coisas se deram internamente. Solicitei reuniões, mas aí quem está na cadeira de comando? Homens brancos… que até hoje não entendi qual o pacto tão forte ali entre esses homens. Já tive reuniões falando sobre projetos futuros, mas sobre essa situação específica nenhum homem conseguiu sentar na minha frente e conversar comigo sobre o que estava acontecendo”, falou.

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