A Casa Rosa vai movimentar o Rio Vermelho no dia 2 de fevereiro com a 5ª edição da sua tradicional Festa de Iemanjá. O evento acontece das 13h às 20h e contará com um show especial da cantora Mariene de Castro, reconhecida como uma das vozes mais potentes da música brasileira contemporânea, com uma trajetória marcada pela reverência às matrizes afro-brasileiras, especialmente ao samba de roda e aos ritmos do Recôncavo Baiano. Os ingressos custam R$ 150 no primeiro lote e poderão ser adquiridos a partir desta sexta-feira (16), às 15h, através da plataforma Sympla.
Localizado a 300 metros da casa sagrada da Mãe d’Água, o espaço cultural apresenta uma programação protagonizada por mulheres em homenagem à Rainha do Mar, reunindo música, ritual, gastronomia e estrutura de acolhimento em uma das datas mais simbólicas do calendário cultural da Bahia.
Com vista privilegiada para a saída do cortejo dos barcos que levam os presentes a Iemanjá, a Casa Rosa montará também o seu próprio balaio de oferenda. O público poderá levar seus presentes para compor a entrega coletiva, desde que sejam itens biodegradáveis. A experiência inclui ainda música ao longo de toda a tarde, além de feijoada, vendida separadamente.
Pelo segundo ano consecutivo, a atriz Mariana Freire conduz a entrega do balaio de presentes, com uma oferenda artística criada especialmente para a festa, e assume também o papel de mestre de cerimônias. A programação conta ainda com a presença da DJ Missy Blecape, personagem criada e performada pela filósofa, artista multimídia e agitadora cultural Ana Dumas.
Integram ainda a programação o Samba Gringa, grupo formado por mulheres que vive um momento de destaque após se apresentar no projeto Pôr do Som, de Daniela Mercury, no dia 1º de janeiro, no Farol da Barra, para um público estimado em 100 mil pessoas, com um repertório que traz versões em samba de músicas internacionais e clássicos do gênero; e o Samba de Lua, coletivo de musicistas pretas de Salvador que tem como missão manter vivo o samba como legado ancestral e mecanismo emancipatório, com repertório que passeia por clássicos da música baiana, samba de roda, samba do Recôncavo e de terreiro.