Canela é o bairro de Salvador com mais mulheres; veja ranking

Canela é o bairro de Salvador com mais mulheres; veja ranking

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Esther Morais

Marina Silva/Arquivo CORREIO

Publicado em 15/01/2026 às 15:13 / Leia em 2 minutos

Salvador é feminina – e o Canela é ainda mais. O bairro lidera o ranking da capital baiana com 58,15% de população feminina, de acordo com dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outras áreas tradicionais da cidade, como Graça e Pituba, também aparecem entre as dez com maior proporção de mulheres (confira o ranking completo abaixo).

Segundo o superintendente do IBGE na Bahia, André Urpia, a predominância feminina nesses bairros está diretamente ligada ao perfil etário da população. “Trata-se de uma população mais envelhecida residindo nessas regiões e, nesse contexto, são as mulheres que vivem por mais tempo. A longevidade influencia esses números, especialmente em bairros mais antigos e tradicionais de Salvador”, explica.

Bairros de Salvador com a maior proporção de população feminina:

1) Canela (58,15%)
2) Graça (58,10%)
3) Chame-Chame (57,61%)
4) Pituba (57,38%)
5) Amaralina (57,10%)
6) Centro (57,06%)
7) Nazaré (57,05%)
8) Resgate (57,03%)
9) Garcia (56,95%)
10) Barra (56,73%)

Salvador é uma das capitais mais femininas do Brasil
Os dados do Censo 2022 também mostram que Salvador deixou a quarta posição e passou a ocupar o primeiro lugar entre as capitais brasileiras com maior percentual de mulheres. Em 2010, elas representavam 53,3% da população; agora, somam 54,4%, o equivalente a uma proporção de oito homens para cada dez mulheres.

No ranking nacional, Salvador é o segundo município mais feminino do país, ficando atrás apenas de Santos (SP), que registra 54,7% de mulheres na população.

Entre 2010 e 2022, a participação feminina cresceu de forma significativa na capital baiana. Em números absolutos, as mulheres eram 1.315.298 de um total de 2.417.678 habitantes em 2022.

“A feminização do país como um todo está relacionada ao envelhecimento da população e à forma como homens e mulheres vivem. Temos uma mortalidade muito maior entre os homens, especialmente nos primeiros anos de vida”, analisa Mariana Viveiros, supervisora de disseminação de informações do IBGE.

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