Durante uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, o apresentador Gominho abriu o coração para falar sobre o marco de um ano do falecimento de Preta Gil. A cantora morreu em 20 de julho do ano passado, aos 50 anos.
Emocionado, ele explicou aos seguidores o motivo de não publicar fotos da artista na data: sua verdadeira homenagem já foi prestada enquanto ela ainda estava viva.
O período de luto tem sido marcado por sentimentos complexos para o apresentador, que relatou lidar diariamente com a sensação de vazio. “Preta era meu porto seguro”, declarou Gominho.
O peso da solidão foi agravado pela perda de Bianca, outra de suas melhores amigas, que faleceu apenas um mês após a cantora.
Para se dedicar integralmente aos cuidados de Preta durante o tratamento oncológico, Gominho tomou a decisão de deixar sua rotina e compromissos para trás.
Ele assumiu que a atitude gerou danos reais e impactos financeiros, mas destacou que não se arrepende, pois a experiência engrandeceu sua alma. Para ele, a dedicação foi um ato puro de amizade, entrega e família.
Neste mês de julho, o apresentador foi procurado para participar de diversas homenagens em memória da artista, mas optou por recusar os convites.
“Me chamaram para todas essas homenagens mas eu fiquei três anos acompanhando a Preta nesse momento, é uma das piores coisas da vida. Minha vida não parou, eu não morri, muitas contas”. afirmou.
Ele ressaltou que a vida precisa seguir e as responsabilidades diárias não param, mas garantiu ao público que está firme, lidando com a saudade de forma saudável e vivendo exatamente da maneira que a cantora gostaria. “A Preta habita dentro de mim o tempo inteiro”, completou.
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Preta Gil travou uma longa e dura batalha contra um câncer colorretal, cujo diagnóstico foi revelado ao público em janeiro de 2023. Ao longo do tratamento no Brasil, a artista foi submetida a sessões de radioterapia e quimioterapia, além de ter enfrentado uma cirurgia de altíssima complexidade.
Apesar dos esforços e dos procedimentos realizados em território nacional, a doença continuou se espalhando. A situação levou a artista a viajar para os Estados Unidos em busca de uma alternativa em um tratamento experimental, país onde acabou falecendo em julho de 2025.
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