Júlia Vieira, nora de Elaine Mickely e Cesar Filho, passou por um grande susto durante uma viagem a Orlando, nos Estados Unidos. Grávida de Luiza, sua primeira filha com Luigi Cesar, ela precisou ser levada às pressas para um hospital após sentir fortes dores abdominais durante um culto evangélico.
Nas redes sociais, a influenciadora contou que a dor começou de forma inesperada e era diferente de qualquer desconforto que já havia sentido. Inicialmente, ela acreditou que pudesse ser algo relacionado à gravidez, gases ou dores na lombar, mas percebeu que a situação era mais séria.
“Pensem em um desespero que vivemos hoje. Eu fui para a igreja e comecei a sentir muita dor, diferente de qualquer outra dor que eu já tinha sentido. Achei que fosse abdominal, gases ou lombar, mas falei para o Luigi: ‘Amor, isso não está normal’. Fui para o carro chorando e pedi que ele me levasse ao hospital mais próximo. Cheguei por volta das 13h e gritava de dor. Nunca senti nada parecido na minha vida”, relatou.
Apesar do susto, Júlia revelou que a primeira preocupação da equipe médica foi avaliar o estado de saúde da bebê.
“A primeira coisa que identificaram foi que a Luiza estava bem. Eu já sabia, porque ela estava chutando muito”, contou.
Sem conseguir se alimentar durante todo o atendimento, Júlia permaneceu no hospital por várias horas e passou por uma série de exames, incluindo ultrassom, análises de sangue e urina.
“Fiz todos os exames que poderia fazer. Nós não imaginávamos chegar ao hospital às 14h e só receber o resultado às 20h. Estou em jejum, minha última refeição foi às 10h. A dor estava muito intensa e precisei tomar medicação na veia”, explicou.
Segundo a influenciadora, os médicos identificaram pequenas pedras nos rins direito e esquerdo. A expectativa é que elas sejam eliminadas naturalmente.
“O resultado mostrou que estou com pedrinhas no rim direito e no esquerdo. São bem pequenas e, em tese, vão sair naturalmente. Agora é beber muita água. Orem por mim para que essa dor não volte e essas pedras vão embora”, pediu.
Bem-humorada, Júlia ainda brincou ao comparar a intensidade da crise com relatos sobre o parto normal.
“Falam que essa dor é a única que se equivale à do parto normal. Se for essa a dor, não quero ter parto normal”, disse.