Conhecido por incentivar hábitos saudáveis, Daniel Cady afirmou que mantém praticamente o mesmo peso desde os 18 anos de idade. Aos 40 anos, o nutricionista revelou detalhes da rotina que adota para preservar a saúde física e mental, conciliando alimentação equilibrada, prática de exercícios e a vida em família.
Em entrevista ao gshow, Daniel contou que atualmente pesa 74 quilos e mantém o percentual de gordura corporal entre 8% e 12%, números que considera resultado de um estilo de vida consistente ao longo dos anos.
“Estou com 74 quilos e 8% de gordura. Fico entre 12% e 8%, não saio disso. Esse peso tenho desde os 18 anos. Vou ficando mais forte ou menos. Mantenho porque é meu estilo de vida; busco a coerência, o que falo é o que pratico”, afirmou.
Pai de Marcelo, Marina e Helena, frutos da sua antiga relação com a cantora Ivete Sangalo, Daniel divide a rotina entre compromissos profissionais e os cuidados com os filhos. Mesmo com a agenda intensa, ele faz questão de reservar tempo para a atividade física e para uma alimentação baseada em alimentos naturais.
Segundo o nutricionista, o dia começa cedo, levando os filhos para a escola. O café da manhã costuma ser simples e funcional, composto por uma raiz, ovo e café preto. Já os treinos acontecem, na maioria das vezes, no horário do almoço.
Atualmente, Daniel pratica musculação, natação e jiu-jitsu, modalidade que compartilha com o filho mais velho. Na alimentação, prioriza refeições caseiras com saladas, proteínas, arroz e feijão, além de evitar o consumo frequente de bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados.
“O segredo é tentar descascar mais e desembalar menos”, resumiu.
Apesar de hoje ser reconhecido pela disciplina, Daniel revelou que nem sempre teve uma relação equilibrada com a alimentação. No início da carreira, ele seguia uma abordagem mais rígida, focada em restrições e desempenho físico. Com o tempo, porém, passou a defender uma visão mais saudável e sustentável.
“No começo da carreira, era bem performance, restrição e privação. Quando cheguei à conclusão de que toda restrição vira compulsão, percebi que não era saudável. O caminho do meio é o equilíbrio e aquilo que conseguimos sustentar ao longo da vida”, explicou.
Para ele, saúde física e mental caminham juntas e não devem estar associadas a dietas extremas. O nutricionista acredita que manter o prazer de comer é essencial para construir hábitos duradouros e alcançar qualidade de vida.