SP-Arte 2026 reúne artistas e galerias da Bahia

SP-Arte 2026 reúne artistas e galerias da Bahia

Redação Alô Alô Bahia

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Zé di Cabeça, Ex-votos, 2026; Ayrson Heráclito, Rio, 2025; Rubem Valentim, Emblema V, 1973

Publicado em 08/04/2026 às 19:21 / Leia em 2 minutos

A edição de 2026 da SP-Arte, realizada entre 8 e 12 de abril no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, reúne artistas e galerias que atuam no circuito nacional e internacional. Entre os participantes, nomes da Bahia marcam presença com obras e projetos que abordam identidade, memória e referências culturais.

No campo das galerias, a Paulo Darzé Galeria participa com um histórico de quatro décadas dedicadas à arte contemporânea. Sediado em Salvador, o espaço mantém atuação voltada a diferentes segmentos e já realizou exposições de artistas como Amílcar de Castro, Antonio Dias, Daniel Senise, Frans Krajcberg, Iberê Camargo e Rubem Valentim, além de manter acervo que reúne artistas consagrados e novos nomes.

Também de Salvador, a Alban participa da feira após reformular sua identidade e programação. Sob direção de Cristina e Roberto Alban, o espaço mantém um calendário anual de exposições e aposta na articulação entre artistas de diferentes gerações e regiões, com foco na ampliação de sua atuação no cenário contemporâneo e na internacionalização da produção brasileira.

Entre os artistas, Alberto Pitta apresenta obras ligadas à estamparia e à serigrafia, áreas que marcam sua trajetória. Responsável por criações para blocos como Ilê Aiyê, Olodum e Filhos de Gandhy, ele exibe trabalhos como “Festa de Ogum” (2025), “Mariwô” (2025) e “Casa de Oxumarê” (2025).

Ayrson Heráclito, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, apresenta obras da série “Juntó”. Com trajetória que inclui participações na Bienal de São Paulo e na Bienal de Veneza, seu trabalho estabelece diálogos com produções de Mestre Didi e Abdias Nascimento.

O artista Zé di Cabeça leva à feira a série “Ex-votos” (2026). Fundador do Acervo da Laje, ele já participou de exposições em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e a Organização das Nações Unidas, em Genebra.

A programação inclui ainda obras de Rubem Valentim, referência do construtivismo no país, cuja produção incorpora elementos das tradições nordestinas e das religiões de matriz africana.

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