Ministério da saúde emite comunicado após boato sobre vacina da gripe

Ministério da saúde emite comunicado após boato sobre vacina da gripe

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com
Publicado em 01/04/2026 às 15:08 / Leia em 2 minutos

O Ministério da Saúde emitiu um comunicado nesta quarta-feira (1º) para desmentir mensagens falsas que circulam nas redes sociais afirmando que a vacina da gripe aumentaria o risco de contrair a doença. O boato surge dias após o Sistema Único de Saúde (SUS) iniciar uma nova campanha de vacinação.

Segundo a pasta, a informação não tem qualquer base científica. “Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.

O órgão reforçou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan possui eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e idosos.

Disponível gratuitamente pelo SUS, a dose aplicada é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros graves, complicações e óbitos causados pelo vírus.

“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.

Outro ponto reforçado é que a vacina é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, o que significa que não é capaz de causar a doença. “Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.

Vale destacar que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no último sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.

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