Alanis Guillen confirma término e quebra o silêncio sobre falas preconceituosas da ex: ‘Não compactuo’

Alanis Guillen confirma término e quebra o silêncio sobre falas preconceituosas da ex: ‘Não compactuo’

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 19/03/2026 às 12:42 / Leia em 2 minutos

Publicações antigas de Giovanna Reis Lins passaram a circular nas redes sociais nos últimos dias e provocaram repercussão negativa. As mensagens, publicadas principalmente em 2012 no X, antigo Twitter, continham comentários de teor racista e gordofóbico, o que levou internautas a cobrarem um posicionamento de Alanis Guillen, com quem ela mantinha um relacionamento.

Atualmente no ar como Lorena na novela Três Graças, Alanis se manifestou por meio das redes sociais e repudiou o conteúdo. “Diante das notícias e informações que circularam nos últimos dias, sinto a necessidade de me manifestar e reforçar, de forma clara, o meu posicionamento. Sou completamente contra qualquer forma de discurso de ódio, seja ele racismo, xenofobia, gordofobia, transfobia ou qualquer outra manifestação que viole os valores nos quais acredito. Considero esse tipo de comportamento inaceitável e não compactuo, em hipótese alguma, com pensamentos ou atitudes dessa natureza”, afirmou.

Entre as postagens que repercutiram, estão frases como “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”. Em outro caso, relacionado a uma participante do reality Big Brother Brasil, aparece o comentário “Pelo menos a Ariadna vai sair da casa com alguma coisa (…), travesti mongoloide”.

Alanis e Giovanna se conheceram em 2022 por meio de amigos em comum, mas o relacionamento foi assumido apenas em janeiro do ano passado. Em entrevista recente à revista Ela, do jornal O Globo, a atriz comentou o início da relação. “Eu já estava de olho nela. A Gi tem o olhar forte, algo que eu nunca mais me esqueci (risos). Nos reencontramos e pensei: ‘Por que não estamos juntas? A gente se ama”.

A atriz também afirmou que sempre optou por manter a discrição sobre a vida pessoal, em parte devido à repercussão pública. “Somos discretas, mas sem medo. A gente ainda precisa se posicionar e falar sobre esse assunto, porque vivemos em um país onde ainda há muito preconceito”.

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