A cantora Kelly Key usou as redes sociais neste domingo (8) para denunciar uma situação de perseguição que, segundo ela, sua família enfrenta há mais de dois anos no Rio de Janeiro. De acordo com a artista, um vizinho tem transformado a vida de seus filhos e de seu pai em um “verdadeiro inferno”.
Através de um vídeo, Kelly, que atualmente mora em Angola, relatou uma série de episódios envolvendo o homem, descrito por ela como um médico conhecido na cidade e que estaria enfrentando transtornos psíquicos agravados pelo uso de álcool e medicamentos.
“Hoje é Dia da Mulher e eu nunca imaginei que algum dia eu precisaria gravar um vídeo como esse, mas eu preciso falar de uma situação muito séria que está acontecendo na minha casa aí no Brasil. Há mais de dois anos, a gente convive com um vizinho que, infelizmente, se tornou um risco real para quem mora ao redor, e não somos só nós, é toda a vizinhança“, começou ela.
Esse vizinho é um médico conhecido no Rio de Janeiro, de transplante capilar, que, depois de umas perdas familiares, problemas pessoais, ele desenvolveu um quadro psicológico muito grave”, contou.
Visivelmente abalada, Kelly contou que o vizinho já teria invadido casas da região e tentado agredir seu pai. O caso, segundo ela, foi levado diversas vezes à delegacia, mas não foi solucionado. O homem também teria sido internado em algumas ocasiões. “Ele já foi levado à delegacia e internado várias vezes, mas sempre acontece a mesma coisa: ele fica internado alguns meses, assina a saída por conta própria e volta pra casa ainda pior”, contou Kelly.
O marido da cantora, o empresário Mico Freitas, também comentou a situação e relatou episódios que indicariam o agravamento do estado mental do vizinho.
“Ele já falou pra mim que minha filha o convidou para ir ao cinema, e que o convite foi feito pelo ar-condicionado. É isso aí, ele ouve a voz da minha filha no ar-condicionado da casa dele. Tem vizinha com filha de 9, 10 anos e ele colocou na cabeça que criou a criança”, disse Mico Freitas, marido de Kelly.
Sem saber mais a quem recorrer, o casal fez um apelo ao Ministério Público para que o caso seja investigado. “O apelo seria ao Ministério Público para entrar com uma investigação, para nomear um curador responsável por esse senhor. Ele não pode ser responsável por ele próprio”, pontuou.
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