Exposição gratuita de Vik Muniz no MAC_Bahia é destaque no “Jornal Nacional”

Exposição gratuita de Vik Muniz no MAC_Bahia é destaque no “Jornal Nacional”

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Tiago Mascarenhas

Jonas Gabriel/Alô Alô Bahia

Publicado em 25/02/2026 às 09:32 / Leia em 2 minutos

A exposição “Olho Nu”, do artista plástico Vik Muniz, em cartaz no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_Bahia), em Salvador, ganhou os holofotes do país na última semana ao ser destaque em uma reportagem do “Jornal Nacional”, da TV Globo.

Com entrada gratuita, a mostra foi inaugurada em dezembro do ano passado e permanece aberta para visitação até o dia 29 de março.

O acervo reúne cerca de 200 trabalhos, incluindo instalações, fotografias conceituais, esculturas e três peças inéditas no Brasil. O público tem a oportunidade de conferir de perto a principal característica de Muniz: a recriação de imagens icônicas a partir de materiais inusitados.

Entre as obras expostas, estão a Mona Lisa desenhada com geleia e pasta de amendoim, o imperador francês Napoleão feito de chocolate e retratos de crianças caribenhas moldados em açúcar.

A mostra passeia por diversas fases do artista, exibindo desde figuras desenhadas com lixo até homenagens a estrelas de cinema feitas com diamantes emprestados por um colecionador.

Há também registros da temporada de 2002, quando Muniz usou tratores para desenhar objetos cotidianos gigantes, como uma tomada e uma torneira, no solo de áreas de mineração em Minas Gerais, fotografando o resultado do alto de um helicóptero.

Vik Muniz celebrou a oportunidade de exibir um apanhado tão vasto de sua carreira na capital baiana. “A exposição é muito completa. A gente tentou completar com algumas coisas que haviam sido feitas antes, mas ela ilustra de uma forma significante uma parte que representa muito a minha produção. Eu estou muito feliz de estar aqui em Salvador com ela”, afirmou o artista plástico.

O objetivo da montagem, segundo o próprio artista, é democratizar a compreensão do seu trabalho. “Minha preocupação é conversar com o maior público possível, independente da familiaridade que eles têm com a arte contemporânea”, explica Muniz.

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