Carnaval 2026: Salvador entra no radar de alerta da Embaixada dos EUA para turistas

Carnaval 2026: Salvador entra no radar de alerta da Embaixada dos EUA para turistas

Redação Alô Alô Bahia

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Wilton Junior/Estadão

Publicado em 09/02/2026 às 09:39 / Leia em 2 minutos

A Embaixada e os Consulados dos Estados Unidos no Brasil divulgaram um alerta de segurança direcionado a cidadãos norte-americanos que pretendem visitar o país durante o Carnaval de 2026. O comunicado reforça a necessidade de atenção redobrada em meio às grandes festas populares e ao aumento expressivo da circulação de pessoas em áreas turísticas e centros urbanos.

Embora o calendário oficial do Carnaval brasileiro esteja concentrado entre os dias 14 e 18 de fevereiro, algumas cidades adotam cronogramas ampliados. É o caso de Salvador, onde o Carnaval oficial ocorre de 12 a 17 de fevereiro, tornando a folia na capital baiana mais longa do que na maioria dos destinos do país. Rio de Janeiro, Recife e outras cidades também concentram eventos de grande porte, além de blocos e desfiles espalhados por diversas regiões.

Segundo o alerta, períodos de grande aglomeração favorecem crimes oportunistas, como furtos e roubos, especialmente de celulares. A orientação é que turistas redobrem os cuidados em locais com multidões e durante deslocamentos noturnos, evitando situações de risco.

Entre as recomendações estão não andar sozinho à noite, planejar os deslocamentos com antecedência e combinar pontos de encontro em caso de separação de amigos ou familiares. O comunicado também aconselha evitar o uso de joias e objetos de alto valor, não portar grandes quantias em dinheiro e manter atenção constante ao entorno.

A missão diplomática alerta ainda para cuidados básicos, como manter as janelas do carro fechadas, estacionar em locais iluminados, não aceitar bebidas de desconhecidos e não deixar copos sem vigilância. Em caso de tentativa de roubo, a recomendação é não reagir fisicamente. O alerta inclui ainda orientações para evitar áreas consideradas de risco, como favelas, e acompanhar a imprensa local para atualizações sobre segurança.

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