Em Salvador, Festa de Iemanjá terá ações voltadas para a sustentabilidade; saiba mais

Em Salvador, Festa de Iemanjá terá ações voltadas para a sustentabilidade; saiba mais

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução / Jefferson Peixoto

Publicado em 01/02/2026 às 15:48 / Leia em 2 minutos

Para a tradicional Festa de Iemanjá, que acontece nesta segunda-feira (2), a Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal programou uma série de ações voltadas à mitigação dos efeitos climáticos e ao fortalecimento da sustentabilidade urbana. As iniciativas incluem o Balaio Verde, a Central de Reciclagem e a instalação de nebulizador para melhora da climatização, reforçando o compromisso da cidade com políticas públicas inovadoras e alinhadas às redes globais de resiliência.

O Balaio Verde, campanha já tradicional da Secis, estimula o uso de produtos naturais nos presentes destinados à Rainha do Mar, como flores 100% naturais, fitas e adereços de fibras natural e a perfumação do balaio sem necessidade de colocar o frasco do perfume no presente.

A Central de Reciclagem, uma parceria com a Limpurb, garante a triagem e o encaminhamento adequado dos materiais coletados na festa, contribuindo para a diminuição do impacto ambiental da celebração. Em 2025 a Central de reciclagem recolheu 6,3 toneladas de resíduos, sendo 4.788 mil quilos de alumínio, 1138 de PET e 435 quilos de material plástico, demonstrando sua importância para o desenvolvimento sustentável do evento. Por fim, a Secis promove, ainda, a instalação de nebulizadores de água que promovem a amenização do efeito climático. 

De acordo com o secretário da pasta, Ivan Euler, as ações reforçam o compromisso de Salvador com a inovação, a sustentabilidade e a resiliência climática, conectando ações locais a estratégias globais para uma cidade mais saudável e preparada para os desafios do presente e do futuro. “Cuidar do clima é cuidar das pessoas. Ao levarmos ações de mitigação climática, reciclagem e redução de resíduos para uma celebração tão simbólica, mostramos que a agenda climática pode e deve estar integrada à cultura e à vida urbana de Salvador”, afirmou.

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