Freis da Igreja de São Francisco inauguram espaço de acolhimento para população em situação de rua no Pelourinho

Freis da Igreja de São Francisco inauguram espaço de acolhimento para população em situação de rua no Pelourinho

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Luanne Ribeiro / Reprodução

Publicado em 29/01/2026 às 18:38 / Leia em 2 minutos

Os frades da Igreja e Convento de São Francisco do Pelourinho inauguram, nesta sexta-feira (30), às 9h, a Casa Franciscana Maria Lúcia. O espaço será voltado ao acolhimento e à convivência de pessoas em situação de rua e em vulnerabilidade social no Centro Histórico de Salvador.

O imóvel onde passa a funcionar a Casa Franciscana Maria Lúcia possui uma longa trajetória ligada à assistência social no Centro Histórico de Salvador. A construção integra o conjunto do Convento de São Francisco, erguido no século XVII, e desde sua origem esteve associada a ações de acolhimento e cuidado com a população vulnerável. Até 2008, o espaço funcionou como refeitório, oferecendo alimentação diária à população em situação de vulnerabilidade, mantido pelos frades franciscanos. A partir de 2010, passou a abrigar a sede do Movimento da População em Situação de Rua, com atuação marcante de Maria Lúcia Pereira, referência nacional na luta pelos direitos dessa população.

A iniciativa é da Fraternidade do Convento de São Francisco e contou com o apoio da Fundação Gregório de Mattos, por meio do Edital Jaime Sodré, além do apoio institucional da própria Província Franciscana.

Funcionamento

A Casa Franciscana Maria Lúcia funcionará como um centro de acolhimento diurno, sem pernoite, oferecendo serviços básicos de higiene, alimentação, escuta, acompanhamento social e psicológico, cuidados iniciais em saúde, atividades formativas, inclusão digital e encaminhamentos à rede de serviços públicos. O acesso poderá ocorrer de forma espontânea ou por encaminhamento da rede socioassistencial.

A proposta é contribuir para a promoção da dignidade, o fortalecimento de vínculos sociais e o acesso a direitos da população atendida, em articulação com políticas públicas e organizações do território.

 

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