Corpo de Bombeiros testa resposta a incêndio durante simulado para o Carnaval 2026

Corpo de Bombeiros testa resposta a incêndio durante simulado para o Carnaval 2026

Redação Alô Alô Bahia

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Divulgação

Publicado em 28/01/2026 às 16:32 / Leia em 3 minutos

Um cenário de fogo, pânico e correria chamou a atenção de quem passava pelo bairro da Barra, em Salvador, na manhã desta quarta-feira (28). A movimentação no edifício Oceania fazia parte do Simulado de Atuação do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) para o Carnaval 2026, que reuniu cerca de 150 profissionais e teve como objetivo testar o planejamento, a resposta integrada e a capacidade operacional da corporação em ocorrências de grande complexidade durante a folia.

O exercício simulou um incêndio estrutural em um edifício de múltiplos pavimentos, em pleno período carnavalesco, com dezenas de vítimas. A situação exigiu a evacuação total do prédio e mobilizou equipes em diversas frentes, como combate a incêndio, busca e salvamento, resgate vertical e atendimento pré-hospitalar (APH), além do resgate aéreo com a aeronave Fênix 01, do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do CBMBA.

“O Carnaval é um momento que reúne um grande número de pessoas, e estarmos preparados para atender com ainda mais eficiência, seguindo todos os protocolos internacionais de segurança e em consonância com os demais órgãos envolvidos, é essencial. As capacitações fazem parte da nossa rotina, e nossa meta é sempre levar o melhor serviço para os cidadãos”, afirmou o comandante-geral do CBMBA, coronel Aloisio Fernandes.

O diretor-geral do Departamento de Polícia Técnica (DPT), Osvaldo Silva, destacou os desafios da festa. “O Carnaval de Salvador é uma festa única no mundo, com características próprias e desafios complexos. Nossa missão vai além da perícia em casos de acidentes e incidentes durante a folia. Atuamos também em outras ocorrências, inclusive aquelas com óbitos, sempre com responsabilidade técnica, agilidade e respeito às vítimas e seus familiares”, explicou.

Para o síndico do edifício Oceania, João Pedro Cardoso, o simulado tem impacto direto na segurança coletiva. “Prepara a corporação e também a população. Foi um trabalho integrado e transversal, que alia um prédio histórico à prevenção de acidentes, visando à preservação de vidas e patrimônios”, ressaltou.

Para dar ainda mais realismo ao exercício, a vítima considerada de maior gravidade foi transportada de helicóptero para o Hospital Municipal, onde recebeu atendimento da equipe médica.

O simulado contou ainda com a participação de outros órgãos estaduais e municipais, como a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Defesa Civil de Salvador (Codesal).

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