Bahia fortalece produção de biodiesel e amplia exportações para a Europa

Bahia fortalece produção de biodiesel e amplia exportações para a Europa

Redação Alô Alô Bahia

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Helton CarluchoAscom

Publicado em 27/01/2026 às 19:39 / Leia em 2 minutos

O avanço da produção de biodiesel da Petrobras Biocombustível S.A. (PBio) na Bahia foi tema de reunião realizada nesta segunda-feira (26) na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). O encontro discutiu a ampliação da produção, o aumento das exportações e os impactos econômicos e sustentáveis, com destaque para a Usina de Biodiesel de Candeias.

Participaram da reunião o diretor de Biodiesel da PBio, Flávio Tomiello; o gerente da usina, Valter Paixão; e o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar.

Desde 2023, a PBio investe na modernização da usina e na estruturação da cadeia produtiva. Em 2025, a unidade realizou duas exportações de biodiesel avançado para a Europa pelo Porto de Aratu e já prepara novos lotes para exportação ainda no primeiro trimestre de 2026.

Para o secretário da SDE, Angelo Almeida, a reunião reforça a importância do diálogo entre governo, empresa e trabalhadores e evidencia a estratégia de longo prazo do estado. “O fortalecimento da produção de biodiesel em Candeias, aliado à exportação para mercados exigentes como o europeu, mostra que é possível unir desenvolvimento econômico, geração de empregos, inovação industrial e sustentabilidade ambiental”, afirmou.

A integração da cadeia produtiva, com matérias-primas vindas da Região Metropolitana de Salvador e do Oeste baiano, e a entrada em operação da usina de etanol de milho em Luís Eduardo Magalhães, ampliam oportunidades de investimentos e geração de renda.

Segundo Flávio Tomiello, a produção tem avançado significativamente, com aumento do volume e consolidação das exportações para a Europa, contribuindo para o desenvolvimento da Bahia e resultados para a empresa.

O biodiesel exportado, produzido com óleo técnico de milho (TCO), reduziu em mais de 84% as emissões de gases de efeito estufa em relação ao diesel fóssil e atendeu aos critérios de sustentabilidade e rastreabilidade da certificação ISCC, exigida pela União Europeia.

A reunião também abordou a estruturação de cadeias de gorduras animais e óleos residuais, como o óleo de cozinha usado, iniciativa que une inclusão social, ganhos ambientais e sustentabilidade econômica, com participação de associações de catadores e cooperativas.

 

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