STJ mantém Felipe Prior condenado a oito anos de prisão por estupro

STJ mantém Felipe Prior condenado a oito anos de prisão por estupro

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 23/01/2026 às 13:31 / Leia em 2 minutos

O Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação do ex-participante do “Big Brother Brasil” Felipe Prior por estupro. O arquiteto foi sentenciado a oito anos de prisão, a serem cumpridos inicialmente em regime semiaberto, por um crime ocorrido em 2014, na cidade de São Paulo.

A decisão foi assinada pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca em 19 de dezembro. Ainda há possibilidade de novos recursos. Conforme o teor do despacho divulgado pelo site Metrópoles, não foi determinada a prisão imediata, o que permite que o réu aguarde o esgotamento das instâncias recursais em liberdade.

A pena havia sido ampliada em setembro de 2024 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que elevou a condenação de seis para oito anos. Segundo o entendimento do colegiado, o aumento foi justificado pela gravidade dos danos causados à vítima, incluindo consequências psicológicas, como depressão e estresse pós-traumático, além de prejuízos físicos. A defesa buscou a redução da pena, mas o pedido foi rejeitado.

Na época do crime, Felipe Prior e a vítima residiam na Zona Norte da capital paulista e eram estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie. De acordo com os autos, após uma festa universitária realizada em agosto de 2014, o arquiteto teria oferecido carona à vítima e a uma amiga em comum.

Segundo a sentença de primeira instância, após deixar a outra estudante em casa, Prior seguiu com a vítima e, em uma rua próxima à residência dela, teria iniciado investidas. Ainda conforme a decisão, ele teria levado a vítima para o banco traseiro do veículo, onde o estupro ocorreu enquanto ela estava alcoolizada.

O processo não é o único em que Felipe Prior responde por estupro. Aos 33 anos, ele acumula quatro ações judiciais relacionadas ao mesmo tipo de crime. Duas resultaram em absolvição, uma teve a condenação confirmada e outra ainda aguarda julgamento.

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