A Receita Federal em São Paulo realiza, no dia 3 de fevereiro, um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. Ao todo, serão ofertados 289 lotes, com itens que vão de eletrônicos e instrumentos musicais a veículos e pedras preciosas.
O leilão será realizado de forma eletrônica e é aberto a pessoas físicas e jurídicas. O período para envio das propostas começa às 8h do dia 29 de janeiro e segue até as 21h do dia 2 de fevereiro. A sessão de lances está marcada para as 10h do dia 3, no horário de Brasília.
Entre os destaques estão iPhones 15, com lances iniciais a partir de R$ 1,3 mil, e um Volkswagen Taos CL TSI usado, com valor mínimo de R$ 80 mil. Também há lotes com notebooks, câmeras fotográficas, consoles de videogame, relógios, tablets, instrumentos musicais, obras de arte, artigos esportivos e milhares de refletores de LED.
Os lotes mais baratos partem de R$ 20 e incluem itens como suporte para câmera de celular e peças para máquinas de bebidas. Já o lote de maior valor tem lance inicial de R$ 256 mil e reúne grande quantidade de refletores de LED.
A visitação aos lotes poderá ser feita entre os dias 26 e 30 de janeiro, mediante agendamento, nas cidades de Guarulhos, Santos, Guarujá, Campinas, São Paulo, Sorocaba, Jacareí, São Bernardo do Campo, Santo André e Taubaté. Endereços, horários e contatos estão disponíveis no edital do leilão.
Segundo a Receita, pessoas físicas não podem revender os bens arrematados. Algumas restrições também se aplicam a determinados lotes adquiridos por pessoas jurídicas. Após o leilão, os vencedores terão até 30 dias para retirar as mercadorias, com pagamento feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).
Para participar, é necessário acessar o Sistema de Leilão Eletrônico pelo e-CAC, selecionar o edital nº 0800100/000001/2026, escolher o lote desejado e registrar a proposta com valor superior ao lance mínimo estabelecido. Pessoas físicas precisam ter mais de 18 anos, CPF regular e selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema Gov.br. Já empresas devem estar com CNPJ regular ou ter representante com o mesmo nível de confiabilidade no sistema federal.