Palmeira trazida por Burle Marx que floresce a cada 70 anos chama a atenção no Rio de Janeiro

Palmeira trazida por Burle Marx que floresce a cada 70 anos chama a atenção no Rio de Janeiro

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Marcello Santos

Publicado em 30/11/2025 às 15:51 / Leia em 2 minutos

Em momento único de floração, uma exuberante palmeira trazida pelo paisagista Roberto Burle Marx na década de 1960 está chamando a atenção de quem visita o Aterro do Flamengo e o Jardim Botânico no Rio de Janeiro. Isto porque a planta conhecida como Talipot, cujo nome científico é Corypha umbraculifera, demora de 40 a 70 anos para florescer. Ou seja, essa é uma oportunidade rara para que o público possa apreciar a espécie, que é nativa do sul da Índia e do Sri Lanka.

“A planta produz mais de 5 milhões de flores. Depois, essas flores dão origem aos frutos, que levam cerca de um ano para amadurecer. Quando os frutos caem, ela inicia o processo de morte. Mas a morte passa a ser uma coisa linda, porque a planta fica muito bonita antes de partir”, explica o pesquisador Marcus Nadruz.

De acordo com o pesquisador Marcus Nadruz, coordenador da Coleção Viva do Jardim Botânico carioca, será feito um trabalho para produção de mudas a partir dos frutos para repor os exemplares do Jardim Botânico e disponibilizar outros para que sejam plantados em praças e outros espaços públicos.

No Rio, também há exemplares das palmeiras talipot no Sítio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba. O Inhotim, na cidade mineira de Brumadinho, também conta com as palmeiras como parte do seu belo paisagismo.

Foto: Divulgação Jardim Botânico/ Rafael Ribeiro

Foto: Gabriel de Paiva

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