Maceió pode ganhar um novo complexo voltado ao esporte, lazer, cultura e turismo. Nesta segunda-feira (31), o prefeito Rodrigo Cunha apresentou o projeto do Parque e Arena dos Corais, que prevê a construção de uma arena multiuso no Litoral Norte da capital alagoana para receber jogos de futebol, grandes shows e eventos culturais.
O estádio, chamado inicialmente de Arena dos Corais, será integrado a um parque público pensado para funcionar durante todo o ano, independentemente da realização de partidas. “Chegou a hora de termos um equipamento capaz de receber grandes espetáculos nacionais e, sobretudo, de oferecer ao futebol alagoano e às nossas torcidas uma estrutura à altura de sua grandiosidade, com todo o conforto, segurança e qualidade que merecemos”, afirmou o prefeito.

As imagens divulgadas pela Prefeitura mostram uma arena próxima à orla, cercada por áreas de convivência e espaços destinados à prática esportiva. O projeto inclui arquibancadas, campo de futebol, estrutura adaptável para shows, vestiários, área de aquecimento, fisioterapia e recuperação para atletas. No entorno, estão previstas áreas arborizadas, pista de corrida e caminhada, ciclovia, playground, fontes interativas e outros espaços de convivência.
Segundo Rodrigo Cunha, a proposta vai além da construção de um estádio. “A nossa proposta é criar um lugar que faça parte da rotina de Maceió. O Parque dos Corais será um parque público, aberto todos os dias do ano, reunindo lazer, cultura, esporte e turismo. Aberto com jogo e aberto sem jogo”, disse.

O anúncio ocorre em um momento em que o Estádio Rei Pelé, inaugurado em 1970, opera com capacidade reduzida. Embora tenha sido projetado para receber 40 mil torcedores, o estádio atualmente comporta entre 13 mil e 17 mil pessoas, conforme as restrições e condições estruturais.

A nova arena é apresentada como uma alternativa para ampliar a capacidade de receber partidas de grande porte e oferecer uma estrutura mais moderna ao futebol alagoano. O estado conta com clubes como CRB, CSA e ASA, mas ainda enfrenta limitações de infraestrutura em comparação com outras capitais do Nordeste que receberam arenas novas ou reformadas para a Copa do Mundo de 2014.