Mansão de Danielle Winits é refúgio verde no Rio com glassroom e vista privilegiada

Mansão de Danielle Winits é refúgio verde no Rio com glassroom e vista privilegiada

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Gustavo Bresciani / Casa Vogue

Publicado em 14/10/2026 às 13:53

Depois de cinco anos vivendo na casa onde mora no Joá, no Rio de Janeiro, Danielle Winits decidiu reformar o imóvel para adaptá-lo à rotina que construiu ali. A atriz passou esse período observando como utilizava os ambientes e identificando o que precisava mudar. Segundo informações da Casa Vogue, o principal objetivo foi separar as áreas de convivência dos espaços destinados ao trabalho, estudo e leitura.

“Quis deixar essa casa leve e livre. Com a reforma, realizada neste ano, minha busca foi otimizar o espaço. Fui vivendo e observando quais seriam minhas necessidades. Só morando no imóvel, você tem a percepção do que você precisa”, contou Danielle à Casa Vogue. O arquiteto Lucas Carrara identificou a necessidade de criar um novo ambiente no piso superior e a solução foi uma grande estrutura de vidro, batizada pela atriz de “glassroom”. O projeto teve gestão de Jackie Britto, da Britto & Co., execução de Flávio Assumpção e produção da Loggia Mobili.

Living da casa de Danielle Winits tem mobiliário da Móveis Casa Verde; iluminação: Starlumen; tapete: Trama Tapetes; adornos: Loggia Mobili — Foto: Gustavo Bresciani

O escritório tem 22,20 m² e passou a concentrar livros, documentos, álbuns de família e outros materiais que antes ficavam espalhados ou armazenados em guarda-móveis. “Este espaço é ideal para reuniões de trabalho e quis montar um escritório. Quis essa parede de vidro, formando uma glassroom”, afirmou Danielle. A solução também preservou a arquitetura original e evitou grandes mudanças na fachada. Para o arquiteto, a proposta traduz a definição dada pela própria atriz para seu estilo de vida: uma “urbanóide conectada à natureza”, com referências de loft nova-iorquino inseridas na paisagem da Mata Atlântica.

A relação com a paisagem orientou outras escolhas da reforma. A casa tem vista para o fim da Praia de São Conrado, além da Pedra da Gávea e da Pedra Bonita, e Danielle decidiu não instalar cortinas. “Não queria cortina. Bati o pé nisso. Quem chega aqui pela primeira vez aqui fica impactado pelo visual. A vista é para o fim da Praia de São Conrado. Podemos ver a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita. É uma força muito poderosa. As cores vêm das asas-deltas e dos parapentes que podemos observar no céu.” Por isso, os interiores receberam uma base de cinza, chumbo, preto e madeira ebanizada, deixando o verde, o mar e o céu como principais pontos de cor. Tapetes em tons suaves de azul e terracota e um vaso colorido trazido de Portugal completam a decoração.

Living da casa de Danielle Winits tem mobiliário Móveis Casa Verde, enquanto s varanda tem pufes trançados na cor preta da Trançarte — Foto: Gustavo Bresciani

Os ambientes sociais foram mantidos integrados. A cozinha tem 24,50 m² e se conecta à sala de jantar e estar, que juntas ocupam 48,20 m². A atriz também optou por reduzir portas e preservar a sensação de amplitude. “A cozinha é integrada à sala. Gosto disso. Por mim, quanto menos porta, melhor. Elas ficam no primeiro piso, que também tem um lavabo. A varanda da sala dá acesso ao andar superior, onde fica o escritório”, explicou. Os quartos ficam no piso inferior, uma configuração que, segundo ela, ajuda a protegê-los da incidência direta do sol.

A área externa também ganhou atenção, especialmente o terraço, onde Danielle costuma praticar yoga e meditação. A reforma buscou deixá-lo confortável sem acrescentar muitos elementos, mantendo a paisagem como protagonista. A atriz também cultiva plantas e diz ter mudado sua relação com a rotina fora de casa. “Já curti muito as noitadas. Essa casa coincide com o prazer de estar em casa. Hoje, saio quando acho realmente importante. Não tenho mais essa ânsia de estar todo fim de semana fazendo alguma programação. Gosto muito de ficar em casa”, afirmou. Para ela, a decoração também preserva objetos ligados à própria trajetória. “Sou adepta do menos é mais. Guardo coisas que foram importantes para mim. Não sou de ficar garimpando. A identidade de uma casa é a sua história. Eu me sinto pertencente porque este lugar conta a minha história”, encerrou em entrevista a Casa Vogue.

Danielle Winits na sala de estar de sua casa — Foto: Gustavo Bresciani

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