A estreia de ‘De Portas Abertas’ já começa com uma convidada que tem história com Monique Evelle. No primeiro episódio do programa, a comunicadora recebe a rapper Duquesa para uma conversa que passa por carreira, arte, amizade e, principalmente, pela conexão das duas com a Bahia.
A escolha da artista para abrir a atração tem um motivo especial. Monique e Duquesa são amigas há anos e mantêm uma relação de troca que vai além dos projetos profissionais. As duas acompanham de perto as conquistas e os desafios uma da outra. “Com a Duquesa existe uma relação de muita troca. A gente acompanha a vida uma da outra, conversa sobre as coisas boas, sobre as difíceis, sobre trabalho, sobre a vida”, contou Monique.
Além da amizade, a origem em comum também ganha espaço no encontro. As duas baianas seguiram caminhos diferentes na carreira, mas compartilham referências e valores ligados ao estado. “Somos duas mulheres baianas que construíram caminhos diferentes, mas que compartilham valores, referências e uma relação muito forte com a nossa origem”, afirmou a apresentadora.
Durante o papo, Duquesa também abriu espaço para falar sobre a própria trajetória artística. A rapper relembrou a relação com a música e explicou por que decidiu seguir na carreira mesmo sem receber incentivo inicialmente.
Hoje, ela enxerga a arte de outra maneira. A música, para Duquesa, se tornou um propósito de vida. “Hoje eu entendo a música como meu propósito de vida. Eu gosto de fazer arte, eu gosto de estar dentro da arte”, declarou.
A parceria entre as duas ainda ganhou outro capítulo recentemente. Duquesa escreveu o prefácio do livro de Monique, ‘Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor’, reforçando a proximidade construída fora dos holofotes.
Por isso, para Monique, levar a rapper ao primeiro episódio surgiu de forma natural. Mais do que apresentar uma convidada conhecida, ela quis começar o programa com alguém que já tivesse uma história compartilhada com ela. “Eu queria começar com alguém que tivesse uma história comigo. E a Duquesa tem. Existe admiração pelo trabalho dela, claro, mas existe principalmente esse lugar de amizade, de cuidado e de irmandade”, explicou.