Luciano Huck aproveitou o “Domingão” deste domingo (30) para enviar uma mensagem de carinho a Lito Sousa, influenciador especializado em aviação que enfrenta um diagnóstico de doença de Creutzfeldt-Jakob, uma rara condição neurodegenerativa.
Durante o programa, o apresentador fez questão de falar diretamente com Lito e sua família. Huck destacou a trajetória do influenciador na aviação e o trabalho desenvolvido por ele para ajudar pessoas que têm medo de voar. “Lito, quero falar com você e com a sua família. Lito Sousa é um cara gente boa, inteligente, apaixonado por avião. Um cara que foi mecânico e que ajudou quase 4 milhões de pessoas a perderem o medo de voar através de um podcast incrível que ele faz sobre aviões e músicas”, afirmou.
Na sequência, Luciano contou que possui uma relação especial com o trabalho de Lito por causa de um episódio do podcast dedicado ao acidente aéreo sofrido por Huck, Angélica, os filhos e integrantes da equipe da família em 2015. “Inclusive, em 2015, quando eu, a Angélica, as crianças, os pilotos e as babás que trabalhavam com a gente sofremos um acidente aéreo, o Lito, anos depois, fez um episódio do podcast que guardo com muito carinho”, relembrou.
Huck também comentou que tem acompanhado a situação vivida pelo influenciador e por Mila Seidl, esposa de Lito, que tem compartilhado nas redes sociais detalhes da rotina do casal durante o tratamento. “Lito, tenho muito carinho por você. Tenho visto sua luta e da sua família nos últimos dias”, declarou.
Ao finalizar o recado, o apresentador falou sobre a busca da família por uma possibilidade de tratamento experimental. “Queria mandar as melhores energias do mundo. Como diz a Mila, hoje eles estão com 0% de chances de conseguir o tratamento para a condição rara. Se tiver 1%, é suficiente para eles. Deixo aqui todo meu carinho e meu amor”, disse Huck.
Lito e Mila vêm mobilizando seguidores em busca de alternativas para o tratamento da doença. Segundo informações divulgadas, o influenciador está na lista de triagem para um tratamento experimental, mas a possibilidade depende dos critérios da pesquisa e de aprovação da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos.