Cada vez mais presente na rotina de trabalho e estudos, o ChatGPT tem ajudado milhões de pessoas a escrever textos, organizar ideias, revisar documentos e tirar dúvidas. Mas, junto com a praticidade, especialistas alertam para um cuidado essencial: nem toda informação deve ser compartilhada com ferramentas de inteligência artificial.
Levantamento do TechTudo reúne 10 tipos de dados que devem ficar fora das conversas com o chatbot para reduzir riscos à privacidade e à segurança digital. Entre eles estão:
- Senhas e códigos de autenticação;
- Dados bancários e informações de cartões de crédito;
- Documentos pessoais, como CPF, RG e passaporte;
- Endereço residencial e telefone;
- Exames médicos e informações de saúde;
- Contratos e documentos confidenciais;
- Dados sigilosos de empresas ou clientes;
- Chaves de API e credenciais de sistemas;
- Informações fiscais e financeiras sensíveis;
- Dados pessoais de terceiros sem autorização.
A recomendação é simples: sempre que precisar da ajuda da inteligência artificial para revisar um documento ou analisar um texto, substitua informações reais por dados fictícios ou anonimizados. Assim, é possível aproveitar os benefícios da ferramenta sem expor informações sensíveis.
Outro ponto importante é lembrar que o ChatGPT pode cometer erros e gerar informações imprecisas. Por isso, respostas sobre temas jurídicos, médicos, financeiros ou qualquer assunto de maior impacto devem ser verificadas em fontes confiáveis antes de serem utilizadas.