A Copa do Mundo 2026 teve três jogos em 30 de junho pela fase de 32, com Noruega, França e México avançando às oitavas de final. A rodada reforçou o peso dos protagonistas no mata-mata: Haaland decidiu no fim contra a Costa do Marfim, Mbappé comandou a vitória francesa sobre a Suécia e o México aproveitou o apoio no Azteca para eliminar o Equador e encerrar um incômodo jejum em jogos eliminatórios de Mundial.
Noite teve favoritos em controle e decisão no detalhe
A França foi a seleção que venceu com mais autoridade, sem permitir que a Suécia transformasse o jogo em um confronto mais físico e arrastado. Já a Noruega precisou lidar com a reação marfinense antes de encontrar o gol da classificação nos minutos finais. O México, por sua vez, resolveu a partida ainda no primeiro tempo e administrou a vantagem com mais maturidade do que em campanhas recentes.
Resumo dos jogos de 30 de junho pela Copa do Mundo 2026
- Costa do Marfim 1 x 2 Noruega — A Noruega abriu o placar com Antonio Nusa, aos 39 minutos, mas viu a Costa do Marfim crescer e empatar com Amad Diallo, aos 74. Quando o jogo se encaminhava para um fim mais tenso, Erling Haaland apareceu aos 86 minutos para recolocar os noruegueses em vantagem. O resultado classificou a Noruega para as oitavas e eliminou uma seleção marfinense competitiva, mas punida por uma desatenção no fim.
- França 3 x 0 Suécia — A França controlou melhor os espaços e construiu uma vitória segura, com dois gols de Kylian Mbappé e um de Bradley Barcola. O gol antes do intervalo mudou o peso da partida, obrigando a Suécia a se expor mais no segundo tempo. Com mais velocidade e repertório no ataque, os franceses ampliaram sem perder equilíbrio defensivo e avançaram com uma das atuações mais sólidas desta fase.
- México 2 x 0 Equador — No Estádio Azteca, o México definiu a classificação ainda no primeiro tempo, com gols de Julián Quiñones e Raúl Jiménez. A equipe mexicana pressionou alto, atacou com volume e reduziu o Equador a uma reação pouco efetiva depois do intervalo. A expulsão de Piero Hincapié aumentou a frustração equatoriana na reta final. Para o México, a vitória teve peso histórico: a seleção voltou a vencer um jogo eliminatório de Copa do Mundo depois de 40 anos.
França passa com autoridade e aumenta cobrança sobre rivais
O 3 a 0 sobre a Suécia confirmou a França como uma das seleções mais consistentes do mata-mata. A equipe conseguiu transformar superioridade técnica em domínio territorial, acelerou quando encontrou espaço e não dependeu apenas de posse estéril. Mbappé foi o nome central, mas a participação de Barcola e a capacidade coletiva de pressionar após a perda também explicaram a diferença no placar.
Haaland muda o destino da Noruega no fim
A classificação norueguesa teve menos controle e mais tensão. A Costa do Marfim reagiu bem no segundo tempo, encontrou o empate e parecia ter força para levar o duelo para um cenário mais aberto. A Noruega, no entanto, aproveitou melhor o momento decisivo: Haaland passou boa parte do jogo cercado, mas decidiu na área, justamente no tipo de lance que separa uma campanha competitiva de uma eliminação precoce.
México transforma mando em vantagem real
O México fez do Azteca um fator esportivo e emocional, mas a classificação não se explicou apenas pelo ambiente. A equipe foi agressiva no início, atacou com objetividade e abriu vantagem antes que o Equador conseguisse estabilizar o meio-campo. Depois, administrou o placar sem se expor tanto, algo importante para uma seleção pressionada pelo histórico recente em mata-matas de Copa.
Os resultados de 30 de junho deixaram Noruega, França e México nas oitavas de final e encerraram as campanhas de Costa do Marfim, Suécia e Equador. A rodada também elevou o nível de exigência do mata-mata: seleções com repertório ofensivo avançaram, mas cada uma precisou confirmar isso de maneira diferente, seja pela imposição técnica, pela bola decisiva no fim ou pela capacidade de sustentar a pressão de jogar em casa.