Conheça o baiano que trabalhou com Xuxa e Pelé e agora aposta em publicidade acessível

Conheça o baiano que trabalhou com Xuxa e Pelé e agora aposta em publicidade acessível

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

José Mion/Alô Alô Bahia

Leo Martins/Veja SP

Publicado em 12/04/2026 às 16:08 / Leia em 2 minutos

A insistência sempre foi um dos principais motores da trajetória do publicitário George Benson Acohamo, de 49 anos, nascido em Salvador. Ainda criança, ao visitar por conta própria o jornal O Liberal, em Belém (PA), ele acabou se tornando consultor do suplemento infantil e conquistou seu primeiro emprego aos 12 anos.

O comportamento persistente se repetiu pouco tempo depois, quando insistiu até conseguir espaço nos bastidores do programa da Xuxa, na Globo, entre 1989 e 1990. Na atração, passou um período desenhando e sugerindo ideias.

Ao longo da carreira, o baiano também trabalhou com nomes como Luciano Huck e Pelé. Em uma época em que a internet ainda era pouco conhecida no país, ele criou alguns dos primeiros sites oficiais de personalidades brasileiras. Depois, migrou para o mercado publicitário, passando por agências como Africa e DPZ, onde ajudou a estruturar operações digitais.

Hoje, à frente da BSN Creatives, fundada em 2017, George prepara dois novos projetos. Um deles é o podcast Sem Briefing Pod, com estreia prevista para maio, reunindo CMOs, publicitários e profissionais “de fora da bolha”. O outro é a agência Madureira, voltada a pequenos empreendedores, como donos de negócios de bairro.

“O nome Madureira é inspirado no bairro do Rio de Janeiro, um bairro popular. Será para um cara que tem a padariazinha dele, por exemplo, pequenininha. Então, teremos um time pequeno, com produtos de prateleira para poder organizar a vida dessas pessoas e vender publicidade de qualidade para publicar o processo dessas pessoas de um jeito que elas possam pagar”, contou em entrevista à Veja São Paulo.

Viciado em leitura, tendo sido jurado do Jabuti três vezes, George nasceu na capital baiana, mas passou boa parte da infância mudando de estado por conta da profissão do pai, oficial da Marinha. Apesar disso, afirma que, hoje, se considera “paulistano de coração”.

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