Taís Araujo ganhou uma declaração especial do marido, o ator, diretor e apresentador Lázaro Ramos, após anunciar seu mais novo projeto. A atriz retorna aos palcos com “Mudando de Pele”, espetáculo da autora inglesa Amanda Wilkin, com direção de Yara de Novaes. As apresentações acontecem entre os dias 23 de abril e 24 de maio, no Teatro Sesc Ginástico, no Rio de Janeiro, e os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Ingresso.com.
“Certeza que você vai brilhar nesse seu novo projeto, mozinho. Muito feliz e orgulhoso“, escreveu Lázaro, em publicação nas redes sociais.
Sobre “Mudando de Pele”
‘Quanto você já se adaptou para estar em algum lugar?, ‘Quantos incômodos sentiu por não se sentir pertencente?’ e ‘Qual o significado de se reconhecer em sua pele e identidade?’ são algumas das perguntas que permeiam “Mudando de Pele”, espetáculo da autora inglesa Amanda Wilkin, com direção de Yara de Novaes, que marca o retorno de Taís Araujo aos palcos. As apresentações acontecem entre os dias 23 de abril e 24 de maio, no Teatro Sesc Ginástico, no Rio de Janeiro, e os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Ingresso.com.
O projeto é resultado da busca da atriz por pesquisar e contar histórias originais sobre mulheres. “Estou há anos em busca de um texto que fale sobre histórias de mulheres e mulheres pretas que não passe pela questão da sobrevivência ou da dor. Mudando de Pele é uma reflexão com temas universais, que dialoga com o público em geral e com a artista que sou”, explica Taís.
Para dar vida à empreitada, a atriz buscou a direção de Yara de Novaes e da diretora assistente Ivy Souza, que formaram uma espécie de “solo coletivo”, já que no palco Taís é acompanhada por duas musicistas: Dani Nega, que também assina a direção musical, e Layla, responsável por tocar ao vivo instrumentos como a kora africana, uma harpa pouco conhecida no Brasil mas bastante utilizada pelos povos da África Ocidental.
“Eu me sinto honrada em construir com a Taís esta parceria junto de outros artistas que admiro muito. Este solo parte de deslocamentos que sua protagonista nem sabia que tinha e que geram uma grande jornada”, aponta Yara.
Na montagem, Taís é Mayah, uma mulher de quase 40 anos que sente-se inconformada em ter que reproduzir acordos sociais, emocionais e identitários. Movida por um desejo de ruptura profunda, ela inicia uma travessia de autoconhecimento e transformação, que se realiza a partir do encontro com outras mulheres.