Xanddy sobe no trio e canta na despedida de Carla Perez do Algodão Doce no Carnaval de Salvador

Xanddy sobe no trio e canta na despedida de Carla Perez do Algodão Doce no Carnaval de Salvador

Redação Alô Alô Bahia

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Da Redação

Jefferson Peixoto/Alô Alô Bahia

Publicado em 15/02/2026 às 13:40 / Leia em 3 minutos

O cantor Xanddy acompanhou de perto a despedida de Carla Perez do comando do bloco infantil Algodão Doce, neste domingo (15), em Salvador. O artista subiu no trio elétrico para prestigiar a esposa no momento especial, marcado por emoção e homenagens.

Em vídeos publicados por Carla nos bastidores, enquanto se arrumava, os dois surgem trocando abraços e beijos, em clima de despedida. O trio seguiu pelo circuito Osmar, no Campo Grande, encerrando um ciclo de mais de 20 anos dedicados exclusivamente ao público infantil no Carnaval da capital baiana.

Para tornar o momento ainda mais simbólico, a artista escolheu o tema “Sonho de Criança”. No sábado (14), ela homenageou Xuxa ao se vestir de Paquita, personagem que marcou gerações. Já neste domingo, a eterna Loira do Tchan voltou a reverenciar a apresentadora em seu último desfile.

Criado em 2000 a partir da paixão de Carla pelo Carnaval, o Algodão Doce rapidamente se tornou um dos destaques da folia baiana. O sucesso foi tão expressivo que, em 2002, o projeto ganhou versão musical com o lançamento do álbum Algodão Doce, marcando a estreia da artista como cantora.

Depois vieram os trabalhos Todos Iguais (2005) e Eletrokids (2007), com repertório voltado ao público infantil e inspirado em sucessos da música baiana. Ao longo dos anos, o bloco acumulou premiações e recebeu o título Hors Concours no prêmio Dodô & Osmar, sendo reconhecido como o melhor da categoria por dez anos consecutivos.

Carla afirma que a motivação para criar o bloco sempre esteve ligada à inclusão. “Minha motivação para criar um bloco infantil na Avenida Campo Grande, ali pertinho de onde cresci e vivi minha infância e adolescência acompanhando o Carnaval de perto, sempre foi a inclusão. Meu desejo era incluir crianças especiais, crianças de instituições filantrópicas e crianças sem condições financeiras de estar dentro de um bloco de Carnaval”, relembra.

Ela destacou ainda que o projeto proporcionava um encontro anual com fãs de fora de Salvador, que viajam à capital baiana para viver a experiência da folia infantil. Ao longo dos anos, a artista manteve, no carro de apoio, um espaço reservado para crianças que não podem acompanhar o trio por causa de tratamentos de saúde, sempre acompanhadas por enfermeiros, familiares ou monitores.

“Para algumas dessas crianças, eu sei que foi até o único Carnaval”, completou, emocionada.

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