O futuro de Cristiano Ronaldo no Al-Nassr virou tema de bastidores nesta semana, com a possibilidade de uma saída em junho. As especulações apontam que o atacante avalia uma mudança para a MLS, nos Estados Unidos, ou um retorno ao futebol europeu, e a rescisão teria uma cláusula de €50 milhões.
O gatilho para a reviravolta seria o incômodo do camisa 7 com a forma como o PIF (fundo soberano saudita) conduz investimentos e contratações entre clubes sob a mesma gestão. A leitura é de que o Al-Nassr não teria recebido reforços no mesmo ritmo de rivais diretos, o que aumentou a pressão nos bastidores.
O tema ganhou força depois de CR7 ficar fora de um compromisso recente do clube em meio a relatos de protesto interno, num momento em que a briga pelo topo da liga segue apertada. No entorno do time, o episódio passou a ser tratado como sinal de desgaste e como ponto de partida para discutir cenários de mercado no meio do ano.
O impacto vai além do Al-Nassr, porque o português é a principal vitrine da liga desde 2022 e qualquer mudança mexe com a narrativa do projeto saudita. Um alerta veio até de ex-ídolos locais: “O comportamento descontrolado e o poder excessivo das estrelas globais representam uma crise real dentro da liga”, disse Sami Al-Jaber em programa de TV no país, ao comentar o peso dos astros nas decisões fora do campo.